Mais um título da Editora Packt na sua oferta de edições para ferramentas opensource.
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Celebra-se hoje o Dia Mundial da Usabilidade 2008, este ano dedicado à usabilidade nos transportes.
A Associação Portuguesa de Profissionais de Usabilidade associou-se à ideia criando um site para recolher testemunhos positivos ou negativos sobre a nossa utilização dos transportes e fazer chegá-los junto das empresas de transportes e autoridades metropolitanas. Para que a nossa vida seja um pouco mais fácil.
Envie as suas imagens para o Flickr ou Sapo Fotos, usando a tag “wud08pt” que elas serão recolhidas automaticamente. Também pode enviar vídeos para o Youtube ou Sapo Vídeos, usando a tag “wud08pt” e eles serão também recolhidos automaticamente.
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Normalmente, um consumidor decide comprar um sofá em exposição considerando apenas o aspecto estético e, eventualmente, o conforto que experimenta quando se senta nele durante uns segundos.
— Rebelo, F. (2004). Ergonomia no dia a dia. Lisboa: Ed. Sílabo. ISBN: 9726183286
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É já amanhã que começa a segunda edição do SAPO Codebits.
O SAPO Codebits é um concurso de programação para a Web, feito para o melhor talento português, com características muito especiais e que o diferenciam de outros eventos. Não tem regras, promove um ambiente muito informal e muito descontraído, e tenta criar as condições necessárias para que sobressaiam a criatividade e a inovação nos participantes.
Foi no Codebits 2007 que nasceu o meu projecto MyTVShows, um sistema online para gestão de séries de TV. Este ano, espero poder ter tempo para implementar algumas novas funcionalidades no MyTVShows, tais como calendário de episódios, componente social entre os utilizadores, etc… Mas para tudo isto vou ter que fazer uma remodelação completa à base de dados do MyTVShows, pelo que se calhar não fica tudo pronto para já. Talvez lá para o Natal…
Para os que vão estar no Codebits, venham ter comigo e dizer olá (de preferência se forem miúdas giras). Para os que não vão estar no Codebits, não sabem o que perdem!!
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Web Content Accessibility Guidelines (WCAG) 2.0 was published as a W3C Proposed Recommendation on 3 November 2008. This means that the technical material of WCAG 2.0 is complete and it has been implemented in real sites. The next stage is the final publication, which is expected in December 2008. Please see additional information in: WCAG 2.0 moves to last stage for expected final publication in December 2008 e-mail; With real world implementations WCAG 2.0 steps closer to expected December 2008 publication blog post; How WAI Develops Accessibility Guidelines through the W3C Process; Overview of WCAG 2.0 Documents. (2008-11-03)
Via “O Design e a Ergonomia” soube que a Câmara Municipal de Lisboa, através do Núcleo de Acessibilidade do Departamento de Acção Social desenvolveu um novo site sobre acessibilidade / design inclusivo, com informações úteis, bibliografia e links de interesse para a área.
http://acessibilidade.cm-lisboa.pt/
Achei interessante a ideia, mas mais interessante é o facto do site ser muito pouco acessível. Além de utilizar frames (o site usa uma só frame, pelo que desconheço a razão que os levou a criar o site assim), só na página inicial foram encontrados 15 erros de acessibilidade, a maior parte devido a imagens sem texto alternativo (ainda há gente que comete este erro?) e alguns eventos de mouseover inseridos directamente no código (podia ser feito de forma não intrusiva usando JQuery, por exemplo). Além disso, o tamanho do texto é demasiado pequeno para poder ser lido com alguém com menos acuidade visual.
Pode não ser suficiente para impedir que alguém com necessidades epeciais consiga aceder ao site, mas já que se trata de informação sobre acessibilidade, podiam ter-se esforçado só um pouco mais para cumprir as regras mínimas. Só lhes ficava bem e não custava nada ![]()
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Acabei de receber um e-mail do PayPal a dizer que fiz um pagamento de $195 US Dollars a um gajo com nome chinês (Fan Li), do qual nunca ouvi falar. Também não autorizei que fosse feito nenhum pagamento, por isso como é possível que o PayPal diga que foi autorizado!?
Entrei imediatamente na minha conta e alterei a password (just in case). Não parece que tenham entrado na minha conta, está tudo normal e não alteraram nenhuns dados. O pagamento foi feito por volta das 21h20 e fiz uma reclamação ao PayPal às 01:20. Segundo eles, o processo de reclamação pode demorar até 10 dias uma vez que será feita uma investigação do caso. Vou dando novidades entretanto…
Já alguém teve alguma situação parecida com o PayPal?
Actualização: Hoje (7 dias depois do início do processo) o PayPal devolveu-me o dinheiro da transação não autorisada. Infelizmente não me foi dada mais nenhuma explicação sobre como tal situação pode ter ocorrido, o que me deixa um pouco de pé atrás em relação à segurança dos dados efectuada pelo PayPal. Não vou deixar de usar o PayPal uma vez que é lá que recebo alguns pagamentos e é com esse dinheiro que faço a maior parte das minhas compras on-line, mas provavelmente vou manter apenas o saldo suficiente paa as minhas compras e vou transferir o resto para a minha conta bancária…
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Ontem, via @hugons soube que no início de Novembro vai decorrer uma UX Week no auditório da Microsoft em Oeiras. O orador será Peter Morville, o conhecido autor do livro “Information Architecture for the World Wide Web“.
Esta semana de User Expeience estará dividida em três partes: 1 apresentação e 2 workshops.
A apresentação (dia 3 de Novembro) intitulada “User Experience Strategy” é de entrada gratuita, mas é necessário efectuar o registo.
Os workshops estão divididos para dois públicos alvo. O primeiro (dias 4 e 5 de Novembro) é dedicado a uma audiência de iniciada ou intermédia e é intitulada “User Experience Design“. Os preços andam à volta dos 700€ + 20% IVA.
O segundo workshop (dia 6 de Novembro), dedicado a uma audiência mais avançada chama-se “Information Architecture & Search” e os preços andam à volta dos 300€ + 20% IVA.
Já me registei na apresentação. Infelizmente, não vou estar por cá para assistir a nenhum workshop (e também são um pouco caros), mas caso estejam interessados, é de aproveitar porque não e todos os dias que temos o pai da arquitectura da informação em Portugal.
Actualização: Os preços baixaram 100€. Assim, os workshops passaram de 800€ para 700€ e de 400€ para 300€ respectivamente. Obrigado ao Carlos Figueiredo pela informação!
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Hoje, tal como ontem vai ser um dia dedicado a apresentações. O dia de ontem correu bastante bem (principalmente da parte da tarde) e acabou em beleza com a apresentação do Andy Budd sobre “Designing the User Experience Curve“.
Mais uma vez, tal como nos outros dois dias, vou tentar fazer um pequeno seguimento do evento via Twitter.
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O dia 1 (ontem) foi dedicado aos Workshops. Participei em dois, um de manhã (Creating Social interventions with basic wireless technology) e outro à tarde (Guerilla Usability Testing).
Foram ambos interessantes. No primeiro tivemos de criar algo que envolvesse tecnologia móvel ao mais baixo custo. Tinha que ser algo que pudesse ser usado por todos (uma espécie de arte multimédia). Basicamente comprámos um leitor de MP3 por 10€ e um cartão SIM também por 10€ (o nosso orçamento era de 20€) e gravámos algumas mensagens em MP3. Depois, o número foi colocado em todo o recinto da SHiFT e quem ligasse para lá ouvia as nossas gravações no MP3. Foi engraçado.
O segundo workshop foi mais virado para a minha área (usabilidade) e apesar de ter ficado aquém das minhas espectativas (estava à espera de que fossemos “meter as mãos na massa” da aplicação Silverlight), mas acabou or ser uma excelente apresentação sobre metodologias para realização de testes de usabilidade com utilizadores.
Hoje e amanhã vão ser dias dedicados a apresentações sobre vários temas. Tal como fiz ontem, vou tentar fazer o seguimento do evento através do Twitter. Assim, se estiverem interessados em seguir, podem fazê-lo aqui. ![]()
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Vou tentar fazer um acompanhamento em directo da SHiFT através do Twitter.
Se quiserem acompanhar, é só seguir aqui. ![]()
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É já esta semana (dias 15, 16 e 17 de Outubro) que se realiza a segunda edição da SHiFT (Social and Human Ideas For Technology) na FIL em Lisboa.
A edição deste ano terá um dia dedicado a workshops (15/10) e dois dias para apresentações (16/10 e 17/10) divididas em vários temas: Web Design, User Experience, Mobile, Social Web, Mobile, entre outros…
De entre os workshops, saliento um que me diz mais respeito (e também a todos os que se interessam por usabilidade) denominado: “Guerilla Usability Testing” por Andy Budd. Este workshop terá como base a aplicação SilverBack que permite realizar testes de usabilidade de forma fácil e sem ser necessário ter um laboratório completo. O Andy dará ainda uma apresentação chamada “Designing the User Experience Curve” no segundo dia.
Haverão mais apresentações de grande interesse e que tenho curiosidade em assistir, mas sugiro que consultem o calendário e escolham por vocês as sessões que acham mais interessantes.
Penso que esta edição da SHiFT tem todos os ingredientes para ser ainda melhor do que a primeira edição e, caso ainda não se tenham registado (shame on you), ainda há vagas. Os preços vão desde os 150€ para estudantes e 240€ para os restantes participantes.
Vêmo-nos por lá!
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A SIBS apresentou este mês um novo interface para o Multibanco.
Durante 25 anos estivémos habituados ao aspecto simpático dos ecrãs do Multibanco e 25 anos é muito tempo, por isso, haverá sempre um pouco de resistência à mudança. No entanto, sou só eu, ou o novo interface do multibanco é pior do que o anterior?
Elementos de cor preta sobre fundo azul escuro? Não faz muito contraste. E a apresentação gráfica dos botões faz com que aquilo não se pareça nada com um botão. Bastava aplicar uma sombra para dar a ideia de um botão, mas da forma como está até passam despercebidos.
Infelizmente, não consegui encontrar na net nenhuma imagem decente do novo interface do multibanco. Mas pesquisando um pouco, a única imagem que encontrei foi a do ecrã de entrada, e aproveito para fazer aqui uma pequena comparação:
Ora reparem lá no boneco do multibanco. O antigo era simpático, usava luvas brancas (como mandam as regras
) e está descontraidamente de perna cruzada a pedir-nos para inserir o cartão.

Agora reparem no novo boneco. Está de mãos no ar (como se fosse um assalto) a pedir para inserir o cartão.

Não estou a dizer que não gosto do novo design do multibanco (até gosto do minimalismo dos ecrãs), mas podiam aproveitar algumas das coisas boas do interface anterior e mantê-las, como por exemplo, o contraste entre os menus e o fundo, e os botões claramente visíveis como botões e não apenas como um texto com uma cor de fundo diferente.
Créditos das Imagens: Turbilhão Refractário
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Since publishing Web Content Accessibility Guidelines (WCAG) 2.0 as a Candidate Recommendation, the WCAG Working Group has been collecting and evaluating implementations (that is, examples of how real Web sites meet WCAG 2.0). We have implementions for almost all success critieria, and need a few more. For an updated list of implementations needed, see the Update in the WCAG 2 FAQ. The WCAG Working Group is meeting 1-3 October 2008 to address remaining issues. We are still hoping to complete WCAG 2.0 in 2008, and will provide another status update by November. See How WAI Develops Accessibility Guidelines through the W3C Process for the steps needed to complete WCAG 2.0. (2008-09-30)
Depois de resolvidos os problemas de lentidão no site, está na altura de começar a introduzir algumas novas funcionalidades
Neste fim-de-semana estive a implementar uma das funcionalidades mais pedidas nos últimos tempos para o My TV Shows: a pesquisa de novos episódios para todas as séries. Assim, em vez de ter que ir série a série ver se há novos episódios, passou a existir uma nova secção no site que procura por novos episódios em todas as minhas séries não arquivadas. Nota: Esta pesquisa funciona apenas para as temporadas que temos adicionadas (para não aparecerem episódios de temporadas passadas que não temos e que não nos interessam nesta listagem).
Outra funcionalidade pedida foi a de indicar sempre o número de epísódios não vistos ao lado da capa das séries (obrigado ao Dinis Correia pela sugestão):
E finalmente, mas não menos importante, graças ao contributo do Alexandre Solleiro, passámos a ter mais um idioma disponível, o Francês!
Já agora, se alguém quiser ajudar a terminar a tradução da versão em Espanhol, estejam à vontade para se voluntariar ![]()
Só faltam cerca de 38% dos textos para traduzir…
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Hoje dediquei alguns minutos para fazer a comunicação das leituras de água, electricidade e gás usando os sistemas de atendimento automático dos vários operadores. No caso da electricidade (EDP), usei o endereço web mencionado na factura, enquanto que para a água (EPAL) e gás (LisboaGás) usei o número de telefone indicado e o atendimento automático.
Hoje não vou falar da experiência web, mas sim da experiência do atendimento automático e a sua usabilidade (ou falta dela). Como tal, apenas vou falar da experiência da comunicação das leituras de agua e gás.
Fiquei bastante satisfeito com o atendimento fornecido pela EPAL. Normalmente este tipo de atendimentos costuma ter uma voz de mulher, mas no caso da EPAL é um homem. Ao contrário de outros sistemas automáticos em que a voz parece a de um robô, esta voz era simpática e tinha um tom calmo e, explicando calmamente e detalhadamente o processo de comunicação da leitura: “por favor comunique apenas os algarismos com fundo preto e descarte os que têm fundo vermelho”.
A voz que confirma os valores inseridos é uma voz de mulher. Não sei porque mudaram o locutor, mas uma vez que era apenas a leitura do número que inseri, se calhar quiseram dar um ênfase maior, colocando uma voz diferente.
No final da leitura: “para confirmar o valor inserido, marque 3, para corrigir, marque 1″.
Ok, foi fácil. Aposto que qualquer pessoa consegue ligar para a EPAL e fazer a comunicação da leitura da água.
Depois foi a vez da comunicação da leitura do gás. Neste caso, o atendimento foi com a normal voz de mulher robótica, com a particularidade de haver duas vozes diferentes em várias fases do processo. Não foi como no caso da EPAL em que a voz de mulher apenas serviu para confirmar o número introduzido. No caso da Lisboa Gás, temos uma mulher que nos dá as boas vindas e outra que nos dá a ordem para inserir a leitura. Depois volta novamente para a voz inicial. Até aqui tudo bem, desde que se perceba o que elas dizem, não há problema.
O problema está nas instruções para a comunicação (ou falta delas). No caso da EPAL foi claramente indicado para comunicar apenas os valores com fundo preto e descartar os de fundo vermelho. No caso da Lisboa Gás, nada. Apenas: “comunique a sua leitura”.
No final: “para a confirmação da leitura marque cardinal, para corrigir, marque 1″
Ora, há muita gente que não sabe qual é a tecla cardinal e muitas confundem com o asterisco. Porque é que não pediram simplesmente para marcar um número como no caso da EPAL?
Para quem nunca comunicou uma leitura via telefone e o fizer pela primeira vez usando o serviço da Lisboa Gás, não tenho duvidas que terá algumas dificuldades em o fazer. Porquê complicar um processo tão simples que provavelmente até será usado (também) por pessoas com baixa escolaridade que podem não perceber imediatamente o que lhes é pedido?
Tal como já disse anteriormente, fiquei bastante satisfeito com o serviço da EPAL e um pouco desiludido com o da Lisboa Gás. Para a próxima, uso também o serviço telefónico da EDP só para ver como é.
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Aqui há uns dias tive uns problemas graves com o meu serviço de alojamento (DreamHost). Felizmente está tudo resolvido e o problema estava relacionado com um script que estava a tentar optimizar uma tabela na base de dados com cerca de 300MB. Entrou em loop e nunca mais parou, mandando o servidor abaixo e consumindo toda a RAM existente (e a não existente também). Como consequência disso, o Portal das Curiosidades (o site que contém a tal tabela) ficou em baixo durante 2 dias e os quase 21.000 utilizadores ficaram privados do seu espaço preferido na Internet
Cheguei mesmo a pensar que tinha sido o fim do Portal das Curiosidades, isto no dia exacto em que fazia 9 anos de vida (9/9/99 - 9/9/08).
Depois do problema resolvido, dos 3 sites que tenho no servidor (VPS), apenas um, o MyTVShows, continuava extremamente lento a carregar as páginas e a gastar alguma RAM a mais comparado com os outros dois sites muito mais pesados e com muito mais visitantes (este blog e o Portal das Curiosidades).
Depois de andar a olhar para o código e de andar a tentar optimizar as ligações à base de dados, dei de caras com um artigo sobre o uso de INDEXES nas tabelas da base de dados MySQL. Segundo esse artigo, numa tabela com 1000 registos, o uso de um INDEX melhoraria o desempenho da mesma em cerca de 100 vezes. Desconfiei e fui ler o artigo sobre INDEXES no manual de MySQL e decidi tentar.
Cinco minutos depois, o My TV Shows estava a debitar páginas com uma velocidade como se não houvesse amanhã
Passou de cerca de 4 ou 5 segundos para 0,07 segundos o tempo que demora a carregar a página inicial. Todas as outras operações ficaram também notavelmente mais rápidas.
Nota: para que saibam, a primeira vez que programei alguma coisa foi o My TV Shows, por isso é natural que não soubesse estes pequenos (grandes) pormenores. Vou aprendendo à medida que vou avançando.
Por isso, se tiverem mais alguma sugestão que deve ser feita e que eu não saiba, estou disponível para aprender ![]()
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Tenho todos os meus sites alojados numa conta na Dreamhost há cerca de 2 anos. Até agora nunca tive problemas de maior, no entanto comecei a ter algumas queixas de lentidão em alguns sites como o My TV Shows ou o Portal das Curiosidades.
Ao mesmo tempo que começaram a surgir as queixas, a Dreamhost lançou um novo serviço que permite ter um servidor privado virtual (VPS), ou seja, tenho uma parte de uma máquina só para mim com CPU e RAM garantidas.
Para tentar resolver o problema da lentidão, comprei uma conta VPS e nos primeiros dias a coisa parece que ficou visivelmente mais rápida.
Os problemas começaram esta segunda-feira. De um momento para o outro, o servidor começou a consumir RAM como um cavalo! O Portal das Curiosidades foi-se abaixo e não consigo voltar a colocá-lo online porque nem mesmo com o máximo de CPU e RAM (2.3GHz e 2.3GB RAM) o servidor não se aguenta e o consumo de RAM está sempre nos 100%.
Mesmo desligando o Portal das Curiosidades (um fórum com dezenas de milhares de membros e centenas de milhares de mensagens que gera um tráfego de 65GB por mês, ou seja, já é pesadito) e ficando só com o blog (este que estão a ler) e o My TV Shows (tem consumos irrisórios), o servidor continua a consumir 1.2GB de RAM e o blog de vez em quando vai-se abaixo.
Já fiz vários pedidos de suporte sem resposta da Dreamhost. Já pedi para cancelar o VPS e voltar ao alojamento partilhado mas a resposta que eles me deram é que os meus sites estão a consumir demasiados recursos para estarem no servidor partilhado (espertos) e por isso tinha que continuar com o VPS (a pagar mais umas dezenas de dólares extra).
Por isso, aqui vai o meu apelo: conhecem algum serviço onde possa alojar estes 3 sites e em que seja minimamente rápido e não seja muito caro? Help!
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The Evaluation and Repair Tools Working Group today published Representing Content in RDF as a First Public Working Draft, and an updated Working Draft of HTTP Vocabulary in RDF. These documents are companions to Evaluation and Report Language (EARL), a format to exchange, combine, and analyze results from different evaluation tools. See: Call for Review: EARL Companion Documents e-mail,Evaluation and Report Language (EARL) Overview,How WAI Develops Accessibility Guidelines through the W3C Process: Milestones and Opportunities to Contribute. Please send comments by 29 September 2008. (2008-09-08)
Parece que vamos ter um glaciar na costa portuguesa este domingo, isto a acreditar nos dados fornecidos pelo Instituto de Meteorologia. Ora vejam lá a temperatura da água:

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Aproveitando a dica do André, aproveitei também a promoção Moo+LinkedIn e pedi uns cartões personalizados gratuitamente. Penso que a promoção já terminou mas dada a qualidade final dos mesmos, recomendo vivamente a compra dos cartões (actualmente com 15% de desconto).
Já tinha aproveitado também uma promoção de 2006 do Moo+Skype, mas desta vez os cartões são maiores e muito mais engraçados



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WAI has published an updated Working Draft of WAI-ARIA, the Accessible Rich Internet Applications technical specification. We especially request review of how WAI-ARIA is implemented in host languages, such as HTML, XHTML, and SVG. See: Call for Review: Updated WAI-ARIA Specification announcement e-mail; WAI-ARIA Overview, which links to WAI-ARIA FAQ and related documents for Web site developers. Please send comments by 3 September 2008. (2008-08-06)
Normalmente quem tenta desenvolver websites acessíveis costuma cometer os mesmos erros vezes sem conta. Apesar de tentarem dar o seu melhor para tornar os sites mais acessíveis, por vezes esforçam-se demasiado e em vez de melhorar a acessibilidade, acabam por piorá-la.
Estes 10 exemplos mostram aquilo que NÃO DEVE SER FEITO, mas que costumamos ver recorrentemente
Alguns web designers costumam inserir demasiado texto alternativo (ALT) nas imagens na esperança de que isso irá ajudar os utilizadores com leitores de ecrã. No entanto, o texto ALT deve ser curto e sucinto, e não deve conter mais informação do que aquela que é transmitida pela imagem. As imagens decorativas devem ter um ALT nulo (alt="") de forma a serem ignoradas pelos leitores de ecrã.
Uma das regras de acessibilidade indica que os links adjacentes (consecutivos) devem ser separados por algum texto sem link uma vez que alguns browsers muito antigos tinham alguns problemas com os links dispostos desta forma. Esta regra já não é relevante apesar de continuar a ser recomendada pelos sistemas de verificação automática, por isso os caracteres que se costumam usar para separar os links (normalmente costuma-se usar uma barra vertical “|”) são anunciadas aos leitores de ecrã como “barra vertical”, o que atrapalha bastante a navegação destes utilizadores na página.
Outra recomendação antiga e desactualizada indica que os campos dos formulários devem conter um texto de exemplo. Esta regra foi criada porque os antigos leitores de ecrã não conseguiam encontrar os campos que se encontravam vazios. Actualmente, todos os leitores de ecrã conseguem identificar todos os campos dos formulários, pelo que esta regra pode ser ignorada.
Podemos associar uma tecla de atalho para aceder a um determinado link através do teclado. No entanto, estas teclas de atalho sobrepõem-se às teclas dos leitores de ecrã, tornando-as inúteis. O outro problema das teclas de atalho é o de não haver nenhum standard, por isso os poucos sites que as implementam usam as teclas que bem lhes interessam, tornando difícil a criação de um modelo mental que funcione de mesma forma em todos os sites.
Em termos de acessibilidade, o uso destas teclas pode ser mau, mas em termos de usabilidade pode ser algo muito bom. A navegação pelo teclado é muito mais rápida do que a navegação com a movimentação do rato+clique. Por isso, neste aspecto é necessário criar um compromisso. Se queremos melhorar a acessibilidade, não usamos teclas de atalho, mas se queremos melhorar a usabilidade, podemos usar o teclado, desde que as teclas seleccionadas não se sobreponham às teclas de atalho do próprio browser e que haja uma página que explique todos os atalhos existentes.
Os leitores de ecrã lêm em voz alta o resumo das tabelas (summary="resumo") antes de iniciarem a leitura dos dados. Alguns websites que usam tabelas para o layout às vezes adicionam estes resumos do tipo summary="tabela de layout", o que não traz nenhum valor à tabela e só atrapalha a navegação de quem usa um leitor de ecrã.
A forma como os conteúdos estão estruturados na página é uma grande parte da acessibilidade da mesma. Um website pode ter um código perfeito e estar em conformidade com o nível mais elevado de acessibilidade, mas se os conteúdos estiverem mal estruturados, o site será de difícil navegação ou até impossível para alguns utilizadores com necessidades especiais.
É necessário assegurar que os conteúdos sejam disponibilizados em pequenos pedaços (parágrafos) e acompanhados de um título (cabeçalho). Devem também ser usadas listas (<ul> ou <ol>) sempre qur for apropriado e uma linguagem simples e directa.
Muitos sites desenvolvidos a pensar na acessibilidade costumam ter páginas bastante extensas a explicar as funcionalidades de acessibilidade que foram implementadas. Com ou sem necessidades especiais, os utilizadores não costumam consultar as páginas de “ajuda” de nenhum site. Em vez disso, preferem experimentar e descobrir por eles próprios (a não ser que o site seja mesmo muito difícil de usar, e aí passamos a ter um problema de usabilidade). Apesar de não haver nada de errado em ter uma página a explicar que o nosso site é acessível, não é necessário perder muito tempo com isso.
Declarar se alguma palavra é um acrónimo ou uma abreviação é facil de fazer em HTML usando as tags <acronym> ou <abbr>. A maior parte dos leitores de ecrã não suportam estas funcionalidades, por isso não será um grande benefício para os utilizadores com necessidades especiais. Até alguns browsers como o Internet Explorer 6 não suportam este tipo de tags, nomeadamente a <abbr>, pelo que também não se deve perder muito tempo com isso.
O atributo tabindex pode ser usado para alterar a ordem da tabulação da página (navegação com o teclado usando a tecla TAB), mas raramente é necessário. Os browsers e leitores de ecrã costumam navegar nos sites pela ordem em que os elementos se encontram no HTML. Desde que a navegação seja feita do canto superior esquerdo para o canto inferior direito (o que normalmente acontece) então a ordenação das tabulações está perfeitamente adequada e não necessita de ser alterada.
Enquanto estiver a desenvolver um website acessível, não se esqueça de experimentar ouvi-lo num leitor de ecrã para se assegurar que as funcionalidade de acessibilidade funcionam correctamente e que o site é navegável. Além disso, também é recomendável navegar no site usando um browser de texto (ex: Lynx).
Apesar de haverem regras de acessibilidade que podemos ignorar (ver pontos 2, 3 e 5), quando estamos a desenvolver um website cujo requisito é passar no teste de acessibilidade, por vezes temos mesmo que aplicar essas regras. Isto porque o cliente se poderá queixar de que o seu site não passa no validador X e que nós lhe tínhamos assegurado que o site iria ser acessível e passaria nos testes.
Isto passa-se por exemplo nos sites da Administração Pública que foram obrigados a cumprir as regras mínimas de acessibilidade e que após terem sido implementados há sempre alguém que vai correr a validação de acessibilidade e verificar se passa em todos os pontos, caso contrário o site é tirado do ar. Por isso, dependendo dos casos, as regras terão que ser cumpridas à risca, apesar de já estarem um pouco desactualizadas da realidade.
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Em 2003 Bill Gates enviou um e-mail interno a alguns colaboradores da microsoft a queixar-se da usabilidade do Windows do website da Microsoft.
Neste e-mail, Gates dá um exemplo real em que não consegue realizar uma tarefa simples tal como fazer o download do software de criação de filmes da Microsoft, o MovieMaker, tarefa que não conseguiu completar após quase 1 hora de tentativas e seguindo todos os passos (confusos) que o sistema lhe dizia para fazer.
De notar que este e-mail já tem mais de 5 anos e que o estado actual do Windows e do site da Microsoft mudou bastante. No entanto continuam a haver queixas sobre o novo Windows Vista e ainda ontem ouvi uma colega minha a dizer isto:
O meu pai usa o computador só para coisas simples e desde que lhe instalaram o Windows Vista que ele só diz para lhe tirarem aquilo da frente porque não consegue fazer nada.
De facto, a grande maioria dos utilizadores do Windows Vista desistiu de o usar para voltar a instalar o Windows XP. Infelizmente ainda não tive a oportunidade de usar nenhum PC com o Windows Vista, pelo que não tenho ainda nenhuma opinião formada sobre o assunto. Se alguém quiser partilhar as suas experiências (boas ou más), podem comentar aqui em baixo à vontade ![]()
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Após alguns anos de esboços e revisões, finalmente saiu a norma ISO 20282, o standard para a usabilidade dos objectos do dia-a-dia, tais como máquinas de venda de bilhetes, telemóveis ou câmeras fotográficas digitais.
Este standard inclui métodos para testar e quantificar a usabilidade dos produtos, para garantir que cumprem um nível de qualidade previamente definido.
A Userfocus tem um artigo bastante interessante e que explica de forma simples os conteúdos do ISO 20282.
Aqui há uns tempos foi anunciado que a ISO estaria também a trabalhar num standard para a usabilidade na web, mas parece que o ISO 23973 ainda não viu a luz do dia. De qualquer das formas, a criação de um standard para a usabilidade dos produtos do dia-a-dia é já um (grande) primeiro passo para se avançar também para a usabilidade na web.
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WAI has just published an updated draft of Shared Web Experiences: Barriers Common to Mobile Device Users and People with Disabilities. This document is particularly useful for demonstrating the overlap between accessible and mobile-friendly Web content, for developing a business case for accessibility, and for more efficiently developing your Web site for both accessibility and mobile devices. See: Call for Review: Shared Web Experiences: Barriers Common to Mobile Device Users and People with Disabilities announcement e-mail,Web Content Accessibility and Mobile Web: Making a Web Site Accessible Both for People with Disabilities and for Mobile Devices introductory page. Please send comments by 20 August 2008, if possible. (2008-07-29)
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