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Novembro 21, 2007

http://viveiro.wordpress.com/2007/11/21/ser-smart/

Hoje de manhã uma fila de smarts estavam a ocupar toda a frente do CCB. Não sei o motivo, mas fiquei a pensar nas vantagens de ser pequeno… Um curso de pequena duração, um módulo com informação concentrada, um objecto de aprendizagem que pode encaixar em diversos lugares. Muitas vezes a solução mais adequada para preencher [...]

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Novembro 10, 2007

http://viveiro.wordpress.com/2007/11/10/lms-open-source-claroline-ve

O projecto de origem Belga vai assim receber um prémio de $25,000 U.S.D. no âmbito do prémio anual da UNESCO para a Utilização das TIC na Educação . A plataforma Caroline não tem expressão em Portugal. Após uma breve pesquisa no Observatório (LMS)2 - eLearning em Portugal, verifica-se que não há por cá qualquer instalação desta [...]

Palavras-chave: e-Learning, lms

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Outubro 24, 2007

http://viveiro.wordpress.com/2007/10/24/moodle-e-atutor-onde-esta-o-

Da Comunidad eLearning WORKSHOPS:

lms_poll.jpg

Do Google Trends

trends_moodleatutor.jpg

Os utilizadores da Moodle afinal a preferem a ATutor?

Estaremos a assistir ao início de uma descida depois de tão fulgurante ascensão?

Onde estão estes cerca de 5000 utilizadores da ATutor? Ou são manifestações por reacção de descontentamento com a plataforma que utilizam?

E enquanto isso acontece a Blackboard anuncia EduGarage: Blackboard Developers Network. “the place developers can meet to collaborate, leverage expertise and find all the resources they need to build powerful, successful educational tools”.

Sinal dos tempos?

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Outubro 23, 2007

http://viveiro.wordpress.com/2007/10/23/142/

Deixo aqui algumas imagens e ideias que surgiram durante o e-workshop.

Acabei de rever toda a sessão (que foi gravada). Não é fácil ouvir-mo-nos a nós próprios e a autoscopia é um processo por vezes penoso. Mas necessário para qualquer formador ou pessoa envolvida nas áreas do ensino, formação ou apresentações para audiências.

mapa.jpg

Algumas ideias soltas :

  • Imprevistos. Como ultrapassá-los? Um formador online (e-formador) tem de procurar resolver as situações. Não podemos perder a paciência, passar à frente como se não estivéssemos a ver ou simplesmente deixar o participante “pendurado”. Se não conseguimos resolver no momento, assumir e procurar soluções alternativas
  • Gerir os silêncios. Provavelmente uma das maiores dificuldades de um e-formador em sessão online síncrona é “aguentar” o silêncio do outro lado. Faz-me recordar a experiência de terapeuta em psicoterapia, em que o silêncio pode acontecer durante largos minutos (às vezes quase toda uma sessão de 50 minutos).
  • Gerir a actividade e o entusiasmo. Quando desenhamos materiais e criamos apresentações que incluem interactividade, variedade e propósito (que vise atingir objectivos), termos maior probabilidade de cativar a atenção e interesse dos participantes/ estudantes. É preciso estar preparado para responder às solicitações.
  • Aproveitar o momento. Significa ser capaz de sair do alinhamento de uma sessão quando um participante nos dá um bom motivo para isso. Só é preciso não esquecer de onde partimos para poder-mos lá voltar.
  • Ter visão periférica. Atenção à chegada e saída de participantes ao longo da sessão. Significa um esforço acrescido de atenção e concentração não apenas no que se está a passar na área central da plataforma, mas também no que se passa na zona dos participantes.
  • Verificar, e verificar de novo. Cuidado com os erros de ortografia!

ellluminate_elluminate.jpg

A maioria de nós tem muita dificuldade em “perdoar” falhas da tecnologia. Se um professor falta, faz-se festa no bar da escola, revê-se a matéria na biblioteca ou simplesmente ficamos a apanhar sol no pátio da faculdade.

A resistência à frustração é considerável menor nas situações que se passam online ou no e-learning em geral. Com um simples clique se pode mudar de sítio, desviar a atenção e … lá se foi o formando. Há responsabilidades de parte a parte e compromissos que deverão ser assumidos também pelos estudantes.

Pelo nosso lado teremos sempre de insistir nas três acções que partilhei hoje com o grupo: planear, preparar e praticar… e sorrir de nós mesmos.

A gravação da sessão está disponível aqui.

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Outubro 21, 2007

http://viveiro.wordpress.com/2007/10/22/e-workshop-elluminate-live/

elluminate_logo.jpgDia 23 (3ª feira) das 14h30 às 16h30.

No meu trabalho de preparação para este e-workshop estou procurando desenhar uma sessão que seja interactiva, participativa e que abarque algumas das aplicações onde esta plataforma é de facto uma mais valia:

  • Utilização de uma plataforma de comunicação síncrona para a realização de eventos online (reuniões, sessões de trabalho, sessões de formação síncrona);
  • Utilização do ambiente Elluminate Live!: Ferramentas e funcionalidades básicas;
  • Aplicação da Elluminate no trabalho colaborativo e tutoria;

Conto com a presença não só dos que querem conhecer ou saber mais acerca desta plataforma, mas também com o contributo e sugestões de quem já possui outras experiências de actividades em suportes de comunicação online síncronos.

Inscrições aqui

Palavras-chave: e-learning, elluminate, Webinar

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Outubro 10, 2007

http://viveiro.wordpress.com/2007/10/10/entao-o-que-o-tras-por-ca/

Sabemos responder a esta pergunta quando vamos a uma conferência sobre e-learning?

O que nos leva a querer participar numa conferência? Será que o sucesso desta depende apenas da sua organização?

Preparar, levar a cabo e retirar conclusões de eventos desta natureza, principalmente quando atingem dimensões que ultrapassam as centenas de participantes, dezenas de oradores e vários organismos patrocinadores e convidados, não é certamente tarefa fácil. Como diz o ditado: quanto maior o barco maior a tormenta.

Da minha parte contam certamente com o reconhecimento pelo esforço despendido na gestão do que é previsto e dos inúmeros imprevistos.

Mas retomo a questão inicial pois quero aqui e agora colocar ênfase no comportamento e atitude de quem se desloca até lá ou participa online (que para o caso presente é equivalente). E a este propósito remeto para alguns Post de Tony Karrer que considero deveras interessantes e muito úteis.

Concordo com Tony quando diz que o aspecto mais importante para garantir que retirou o máximo de uma conferência é determinar previamente quais as perguntas que gostaria de ver respondidas durante o evento. Isto vai ajudar a focalizar a atenção em vez de se dispersar por sessões, stands e corredores e chegar ao fim com uma sensação de desperdício de tempo e poucos resultados alcançados.

Sugiro a leitura integral da entrada Better Questions for Learning Professionals. Deixo aqui apenas algumas das perguntas sugeridas (deixo em inglês para evitar traduções menos apuradas):

  • Is courseware appropriate for my audience and topic? What are some alternative blends that might work?
  • Does interactivity make a difference in terms of learning? What does the research actually show? Is there demonstrable return that I can use to justify greater budget? Where’s Will Thalheimer and can you introduce me?
  • Can I reduce the duration of courseware and still get an effective result? How would I supplement that with reference? What’s the cut-off point?
  • What are some possible ways I teach topic a process topic so it sticks? What are the pluses and minuses of those interactive styles?
  • Informal Learning - How can I provide a development process, tools and systems that foster informal learning in a way that I know will have impact on the performance that I care about and that is repeatable? What can I borrow from KM, collaborative learning, and management practices? What does this look like in practice? When do I use it? When are you using it? What effect is it having? How do you know?
  • Personal Learning - What systems, tools, techniques can I use to make myself a better learner?
  • Reference Hybrids - How have you organized landing pages to support both reference and learning modes? How do you define what will be treated as reference and what as learning? What tools are you using today? What do you expect to use in the future? How do you track this kind of learning? Do you have metrics on impact?

Se calhar só será possível formular determinadas perguntas a partir do momento que já se sabe alguma coisa do assunto. E acontece também que muitas das pessoas que vão às conferências vão à procura de “ver o que há” e “ouvir como é”, numa posição de expectativa e curiosidade, mas pouco exploratória (com método).

Para quem não está ver que estas perguntas façam sentido para si, se é novo nestas andanças do e-learning então poderá sempre retomar à pergunta base - Como é que isto se aplica o que eu faço ou à minha situação (se é que se aplica)?

Arranje um plano

  • Com quem se quer encontrar para responder às suas perguntas?
  • Quais as sessões que de lá “saem sumo”?
  • Que mais vai acontecer durante a conferência, que me vai permitir conhecer e falar com outras pessoas?
  • Como posso encontrar pessoas que poderão partilhar das mesmas dúvidas ou que já passaram pelos mesmos problemas que eu?

E ainda: A Conference Survival Guide for the Web Worker

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Outubro 05, 2007

http://viveiro.wordpress.com/2007/10/05/elearning-lisboa-online-upda

Caros leitores,

Tal como o anunciado foi conseguido que parte do que se vai passar na Conferência chegasse mais longe e a mais pessoas em qualquer parte do mundo.

Houve uma alteração nas sessões a transmitir. No dia 16 passa a ser difundida a sessão “Motivar para aprender”, e não a “Formação de formadores e tutores”.

dia 15 - Qualidade no eLearning e Avaliação:
  • George Ubachs, Manager Academic Services, European Association of Distance Teaching Universities (moderador e orador)
  • Fabrizio Cardinali, CEO Giunti Labs e Presidente do Grupo European Learning Industry
  • Joe Ng, Director do Centro de Excelência e-learning, Group IT Training, Banco HSBC
dia 16 - Motivar para aprender:
  • Kevin Johnson, Education CISCO (moderador)
  • Karl Steffens, Professor Dept. Educação da Universidade de Colónia
  • Concepcion Laguela, Directora do Dept. Recrutamente e Formação dos Correos de España
  • Luís Matos, Director DRH Portugal Telecom

Serei eu quem vai estar na mesa a fazer a recepção aos participantes online e a ponte entre o que se passar na sala da conferência e a sala virtual, por isso em caso de dúvida ou sugestões que queiram dar, por favor deixem o seu contributo numa área criada na plataforma e-arte ou aqui nos comentários ao Post.

Participação online na Conferência
Outro link para Inscrição

elearning-lisboa07.gifelluminate_logo.jpg

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Setembro 07, 2007

http://viveiro.wordpress.com/2007/09/07/ferramentas-de-autor-o-fim-d

Poderia deixar passar, fazer de conta que não sei ou que não vi, poderia parecer incómodo, à luz das minhas últimas entradas aqui. Mas não o vou fazer, pois acho que o tema é interessante e pertinente.

Tony Karrer, hoje no seu blogue faz referência ao anúncio da Adobe de que esta marca planeia descontinuar o desenvolvimento do Authorware. Que significado podemos atribuir a esta opção? Não precisamos especular muito porquanto é a própria marca que avança com razões de viabilidade económica do produto, e certamente não será alheio o seu investimento em ferramentas de conversão e edição no formato flash.

Mas permanece a questão: As ferramentas de autor já não são precisas? Já não fazem sentido? Não têm utilidade? E não me venham com a conversa do PowerPoint!… O PowerPoint não é uma ferramenta de construção de conteúdos para e-learning. (Ponto!)

É um recurso de suporte a apresentações em sala, que agora teimam em poluir Moodles por todo o País no seu máximo esplendor de animações. E que ganhou fôlego do cruzamento entre o desejo (e várias vezes a ilusão) das escolas terem plataformas de aprendizagem online, materializado no apoio governamental à implementação da Moodle, e o facto de que para maioria dos professores o seu conhecimento em ferramentas TI se limitar ao MSOffice.

Mas não me vou desviar do tema…

No e-learning, como em quase tudo na vida, não podemos seguir o modelo de one size fits all. A escolha de uma determinada ferramenta terá de ter sempre em linha de conta sempre a estratégia para o sucesso da aprendizagem, os objectivos definidos de forma clara, o público-alvo a que se dirige, tipo de matéria-prima que temos, as competências das pessoas que podem vir a ter de produzir conteúdo para e-learning ou simplesmente aprendizagem online.

A maioria das ferramentas de autor surgiram e algumas mantém-se no mercado, operacionais, porque nas suas raízes estão modelos pedagógicos baseados na visão construtivista da aprendizagem. Foram criadas para facilitar a vida a quem precisa de passar de um registo de papel e sala “física” para um ambiente online, multi-apelativo, cheio de novidades mas também muito desorganizado.

A ferramenta de autor permite construir para a desconstrução de uma forma estruturada.

Com o mesmo material e conhecimento poderei construir um hotel ou apenas uma casa de campo. Depende do que preciso e do que tenho a priori, Ou seja, posso fazer pequenos objectos de aprendizagem e integrá-los na mesma na minha LMS, posso criar apenas testes. E posso ficar independente da plataforma, fazer um CD-Rom e enviar por correio para locais onde não há Internet ali à mão de semear (o Mundo não é todo digital)

Mas uma ferramenta de autor terá de garantir facilidade na utilização, pois para que continuem a fazer sentido têm de ser simples de utilizar por parte dos especialistas de conteúdo.

Em Portugal, e no estado em que o e-learning está (a este propósito terei mais dados mais para Outubro, na sequência do projecto LMS2), é pertinente uma reflexão sobre a evolução do mercado da formação que se faz online, quer do ponto de vista da oferta do tipo de “produtos” em oferta, quer do tipo de público e expectativas na procura.

Palavras-chave: e-learning, ferramentas de autor, WCB

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http://viveiro.wordpress.com/2007/09/07/e-workshop-readygo-na-ellumi

rg-logo.gifEstá confirmado! A 1ª edição do e-workshop ReadyGo Web Course Builder vai acontecer no ambiente colaborativo e de apresentação da Elluminate Live!.

Este ambiente de sala virtual vai permitir que o programa possa ser demonstrado e que os participantes no workshop possam ter de facto uma experiência interactiva.

A Elluminate Live! pode ser utilizada em várias funções, que podem ir desde a realização de aulas em tempo real até à possibilidade de criar autênticos conteúdos para aprendizagem assíncronas, uma vez que as sessões podem ser gravadas e depois disponibilizadas da forma que se entender.

Esta plataforma tem um conjunto de ferramentas e funcionalidades que faz com que a experiência da sua utilização seja realmente uma mais valia para os utilizadores e para a aprendizagem. Deste conjunto assinalo algumas que certamente irão ganhar vida e expressão no e-workshop:

  • transmissão áudio via VoIP,
  • transmissão de apresentações em PowerPoint
  • possibilidade de utilização do whiteboard interactivo
  • partilha de aplicações (MsExcel, MsWord, etc)
  • transferência de ficheiros,
  • biblioteca de símbolos matemáticos
  • caderno de notas (na versão 8),
  • chat (com código de cores),
  • transmissão vídeo por WebCam,
  • difusão de ficheiros ou hiperligações de multimédia em vários formatos
  • navegação sincronizada pela Web
  • gravação das sessões de modo completo
    … e muito mais
Podem saber mais acerca desta plataforma em http://www.elluminate-pt.com/

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Agosto 27, 2007

http://viveiro.wordpress.com/2007/08/27/e-como-andar-de-bicicleta/

dsc00238_314pix.jpg

Ontem o meu filho mais velho aprendeu a andar de bicicleta. Um grande acontecimento, que se reflectiu num brilho diferente no olhar ao longo do resto da tarde. Já tinha-mos feito algumas tentativas sem grandes resultados, mas ontem eu estava decidida que voltaríamos a casa com ele a pedalar ao meu lado! Eu ia ensiná-lo.

Mas sabem quando é que que as rodas circularam livres e seguras? Quando eu estava de costas. Num momento em que não estava a tentar segurar o selim da bicicleta para que ele não caisse.

Eu dei-lhe algumas dicas técnicas e procurei transmitir-lhe confiança, mas foi quando acreditou que era capaz, autónomo e confiante, que respirou fundo, encheu-se de convicção e olhou em frente. Eu não o ensinei. Ele aprendeu, no seu tempo, ao seu ritmo e pela persistência.

Hoje há mais voltas ao quarteirão -)

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