http://alunosdalili.blogspot.com/2007/09/luciano-pavarotti-1935-2007.htm
"A figura estava longe de ser apolínea, mas o que saía daquela garganta tinha a luminosidade do Sol e o brilho do ouro. Luciano Pavarotti não era, nem nunca pretendeu ser, o mais inteligente e instruído dos cantores. Bastava-lhe a musicalidade nata, a dicção clara, o timbre glorioso, os agudos fáceis (sem os quais nenhum tenor conquista a estratosfera do êxito). Na sua boca, a língua italiana – ePalavras-chave: escola, informática



