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Olinda :: Blog :: Arquivo

Março 2008

Março 02, 2008

http://sol.sapo.pt/blogs/olindagil/archive/2008/03/02/BIBL

O que é uma bibliografia?

 

Uma bibliografia é um registo de documentos, livros, inventários, escritos, impressos ou quaisquer gravações em variados meios (madeira, metal, argila, papiro, papel, etc.) sobre determinado assunto ou de determinado autor, que venham a servir como fonte para consulta.

Uma bibliografia é constituída por referências bibliográficas, ou seja, pela identificação de cada uma das obras que constitui a bibliografia, através de elementos como o autor, o título, o local de edição, a editora e outros.

Embora a palavra bibliografia só tenha surgido em 1633, a actividade que ela designa remonta à Antiguidade: catálogo, repertório, índice, inventário, e todas as formas pelas quais os eruditos têm procurado reunir, sobre um assunto ou dentro de uma disciplina, à informação mais completa.

Como deves fazer a bibliografia de um trabalho:

- Autor, data, nome da obra, local da edição, editora; ou

- Título, autor, local da edição, editora, data.

- Alguma da bibliografia deste blogue (sempre em actualização):

Caderno Actividades - HGP, 5.º ano, Manuela Santos, Helena de Chaby, Emília Maçarico, Texto Editora.

HGP 5 + caderno de Actividades, Emília Maçarico et al, Texto Editora

História e Geografia de Portugal + Caderno de Actividades, Ana Oliveira et al, Texto Editora

Caderno Actividades – HGP, 6.º ano, Emília Maçarico, Helena de Chaby, Manuela Santos, Texto Editora.

Caderno de Actividades de História e Geografia de Portugal, 6.º ano, Ana Rodrigues Oliveira e Francisco Cantanhede, Texto Editora.

Clube de HGP - História e Geografia de Portugal, 5º Ano, Pedro Almiro Neves, Claúdia Amaral, Pedro Xavier, Porto Editora.

Clube de HGP - História e Geografia de Portugal, 6 º Ano, Pedro Almiro Neves, Claúdia Amaral, Pedro Xavier, Porto Editora.

A Grande Viagem 6, HGP, João Alves Dias, Fátima Silva, Porto Editora.

Clube de HGP - História e Geografia Portugal - 5º Ano,  Aplicação das Actividades, Pedro Almiro Neves, Claúdia Amaral, Pedro Xavier, Porto Editora.

Clube de HGP - História e Geografia Portugal - 6º Ano,  Aplicação das Act., Pedro Almiro Neves, Claúdia Amaral, Pedro Xavier, Porto Editora.

Clube de História 8 - 8º Ano, Cristina Maia, Dalila Baptista, Pedro Almiro Neves - Porto Editora.

Clube de História 8 - 8º Ano, Caderno de Actividades, Cristina Maia, Dalila Baptista, Pedro Almiro Neves, Porto Editora.

Clube de História 9 - 9º Ano, Cristina Maia, Dalila Baptista, Pedro Almiro Neves, Porto Editora.

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http://sol.sapo.pt/blogs/olindagil/archive/2008/03/02/Os-R

 

 

A origem de Roma : explicação mitológica
Os romanos explicavam a origem de sua cidade através do mito de Rómulo e Remo. Segundo a mitologia romana, os gémeos foram abandonados no rio Tibre, na Península Itálica. Resgatados por uma loba, que os amamentou, foram criados posteriormente por um casal de pastores. Já adultos, retornam à cidade natal de Alba Longa e ganham terras para fundar uma nova cidade que seria Roma.

Os Romanos - O Rapto das Sabinas

 J.L.David (1748-1825)

Após a fundação da cidade de Roma em 753 a.C., Rómulo preocupou-se em povoá-la. Como os recursos locais eram insuficientes, criou no Capitólio um refúgio para todos os bandidos, exilados, devedores insolentes, assassinos e escravos fugidos das redondezas.

Diz a lenda que, dado que a população da primitiva cidade era constituída só por homens, Rómulo organizou um festival a Neptuno e convidou os sabinos, povo vizinho, com suas filhas e mulheres. No auge das festividades, os romanos raptaram as sabinas solteiras e viúvas, levando-as para Roma.

Formação e Expansão do Império Romano


Após dominar toda a península itálica, os romanos partiram para a conquista de outros territórios. Com um exército bem preparado e muitos recursos, venceram os cartagineses nas Guerras Púnicas (século III a.C). Esta vitória foi muito importante, pois garantiu a supremacia romana no Mar Mediterrâneo. Os romanos passaram a chamar o Mediterrâneo de Mare Nostrum.


Após dominar Cartago, Roma ampliou suas conquistas, dominando a Grécia, o Egipto, a Macedónia, a Gália, a Germânia, a Trácia, a Síria e a Palestina.

Com as conquistas, a vida e a estrutura de Roma passaram por significativas mudanças. O império romano passou a ser muito mais comercial do que agrário. Os povos conquistados foram escravizados ou passaram a pagar impostos ao império. As províncias (regiões controladas por Roma) renderam grandes recursos para Roma. A capital do Império Romano enriqueceu e a vida dos romanos mudou.

O EXÉRCITO ROMANO

O exército romano, nos dias áureos do Império, era uma máquina de guerra devastadora e tremendamente bem sucedida. A unidade principal era a legião, com cerca de 6000 homens, quase todos tropa de infantaria. Podia incluir 100 a 200 homens a cavalo, utilizados como batedores, porta-estandartes e enviados em perseguição de inimigos em fuga. O legionário tinha de ser cidadão romano, e os recrutas tinham de submeter-se a um rigoroso programa de selecção antes de serem aceites nas fileiras. Deviam medir pelo menos 1,70 m e ser aprovados num exame médico para garantir que se encontravam em boa condição física e tinham boa visão. Depois, alistavam-se por 20 anos.


O equipamento foi evoluindo ao longo dos anos, mas no século I d. C, um legionário usava um elmo de ferro, uma armadura peitoral ou aduelas de ferro, um escudo de madeira, dois grandes dardos, um punhal, uma espada curta, o chamado gládio, e sandálias robustas de couro.

Para além da armadura e das armas, os soldados levavam ainda um cesto, uma picareta, um machado, uma serra, uma panela, duas estacas para a paliçada de defesa do acampamento e cereal suficiente para uns 15 dias, num total de 40 kg.

Também, nos cercos, os Romanos eram impressionantes. Para derrubarem as portas das cidades, unidades de 27 legionários agrupavam-se em testudo, ou formações "em tartaruga", juntando-se uns aos outros com os escudos sobre as cabeças, o que constituía uma "carapaça" que os protegia dos projécteis inimigos. Também na guerra de cerco usavam torres móveis, rampas, escadas e catapultas gigantes, as ballistae, para lançar sobre o inimigo pedras e setas em chamas.

As vitórias eram celebradas com toda a pompa. Em Roma, era costume realizarem-se "triunfos", ou seja, celebrações públicas para dar as boas-vindas aos comandantes e tropas vitoriosas, com brilhantes cortejos de carros alegóricos, porta-estandartes, trombetas, exibição de prisioneiros e execuções rituais dos chefes inimigos num local perto do fórum. Os insucessos eram mal vistos: uma unidade considerada desobediente ou cobarde em batalha era sujeita à "dizimação" - escolhia-se à sorte um soldado em cada 10, que era selvaticamente morto à paulada pelos seus anteriores camaradas.

Resolve os exercícios:

http://www.deemo.com.pt/exercicios/hist/7/h7_mromano.htm

http://margaridasequeira.com.sapo.pt/fichas/mundoromano1.htm

http://margaridasequeira.com.sapo.pt/fichas/mundoromano2.htm

http://margaridasequeira.com.sapo.pt/fichas/mundoromano3.htm

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Março 08, 2008

http://sol.sapo.pt/blogs/olindagil/archive/2008/03/08/O-PR

Hoje, dia 8 de Março de 2008, o jornal Público traz um título na primeira página que muito me agradou: “O DIA DOS PROFESSORES”, este título motivou-me para a escrita de posts de homenagem aos professores da nossa escola. Como me orgulho de ser professora e de estar tão bem acompanhada nesta profissão, vou começar por homenagear um grande Professor: o Fernando Évora. 

O Professor e escritor Fernando Évora

No dia 28 Novembro 2007 no Polivalente da nossa escola, e de acordo com o PNL (Plano Nacional de Leitura), houve a apresentação do livro do Professor Fernando Évora seguida de uma sessão de autógrafos.

O escritor farense, e professor da nossa escola, Fernando Évora, apresentou a 2ª edição do seu livro "Como se de uma fábula se tratasse", Fernando Évora nasceu em 1965, em Faro, onde passou toda a sua infância e adolescência. Na juventude participou activamente no Círculo Cultural do Algarve, dirigindo o núcleo de xadrez e colaborando nas múltiplas actividades daquela instituição. Em 1986, mudou-se para Évora onde se licenciou em ensino de História. Leccionou em Évora, Vila Real de Santo António e Odemira. Actualmente vive em São Teotónio e é professor na nossa Escola.

O autor de “Como se de uma fábula se tratasse” tem sido distinguido com alguns prémios no domínio do conto. Este livro é a sua segunda obra autonomamente publicada e que merece agora uma segunda edição.

Parabéns ao Professor Évora, que hoje estará muito contente em Lisboa, no meio de uma manifestação/festa que a todos uniu em torno de objectivos comuns.

http://adefesadefaro.blogspot.com/2007/11/fernando-vora.html



 http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=78973

Página do Professor Fernando Évora:

http://www.fernandoevora.com/

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Março 12, 2008

http://sol.sapo.pt/blogs/olindagil/archive/2008/03/12/O-CL

O SENHOR MAURÍCIO ROSA

Hoje o Clube das Artes recebe na nossa escola um artesão tradicional alentejano, o Senhor Maurício.

Ele vive em Vale de Santiago, no Alentejo profundo, e dedica-se ao artesanato de miniaturas em cortiça e madeira.

 A importância da cortiça no Alentejo é imensa. Portugal é líder mundial no que respeita à cortiça. Desde sempre o Sobreiro teve grande importância para o Homem: o fruto, a sombra, a madeira, a lenha e a cortiça. A cortiça é também muito aproveitada pelos artistas da terra para a realização de trabalhos muito criativos.

 

ENTREVISTA AO ARTESÃO – Carla Brito e Beatriz Cortês – 6ºA

Fotografias de Rafael – 6ºA

 

- Boa tarde. Podemos fazer-lhe uma entrevista para o Clube das Artes?

- Sim.

- Qual é o seu nome completo?

- Joaquim Maurício Conceição Rosa.

- Que idade tem?

-  Tenho 73 anos.

- Há quantos anos começou a fazer este trabalho?

-  Há seis  ou sete anos.

- Em que tipo de material trabalha?

-  Trabalho em madeira, cortiça, alumínio, etc.

- Que objectos costuma fazer?

- Costumo fazer pássaros, carroças, porcos, cadeiras, relógios, barcos, cobras, etc.

- Costuma oferecer o artesanato ou vender?

- Costumo oferecer mais vezes do que vender.

- Gosta de fazer este trabalho?

- Sim, tenho muito gosto de fazer este trabalho, porque este trabalho tem que ser feito com gosto e muita paciência.

- Já ensinou alguma criança a fazer este trabalho?

 - Não, ainda não ensinei a nenhuma criança, mas gostava.

- Podemos tirar fotografias?

 - Claro que sim.

 - Obrigada.

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Março 16, 2008

http://sol.sapo.pt/blogs/olindagil/archive/2008/03/16/O-CL

Hoje o filme “O Pégaso de Alexandreina” foi passado na nossa escola.

“O Pégaso de Alexandreina”, é um filme de ficção e aventuras, de que já falei num post anterior. O filme foi realizado por alunos e professores da Escola Secundária de Castro Verde em Área de Projecto.

http://sol.sapo.pt/blogs/olindagil/archive/2007/12/10/O-P_C900_GASO-DE-ALEXANDREINA.aspx

Uma quadrilha interessada em obras de arte acaba de invadir a pacata vila de Castro Verde com a missão de assaltar o Museu da Lucerna e aí encontrar uma determinada pista.

 Ana e os seus destemidos amigos são os únicos capazes de resolver o mistério…

 

Vieram de Castro Verde, os “grandes actores” que participaram neste filme para a sua apresentação seguida de um debate e de uma sessão de autógrafos.

O filme já está editado em DVD e disponível para venda em vários locais de Castro Verde, entre os quais o Museu da Lucerna que serviu de décor a várias cenas do filme. Os alunos adoraram o filme e rodearam os pequenos actores para lhes pedirem autógrafos.

Foi um dia muito divertido.

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Março 25, 2008

http://sol.sapo.pt/blogs/olindagil/archive/2008/03/25/A-Mi

Como quase todos os povos da Antiguidade, os Romanos, antes da cristianização, eram politeístas.

Tal como na Grécia, a vida familiar, social e cultural dos Romanos estava ligada à religião. Os lares (deuses da família), os Penates (deuses das refeições) e os Manes (almas dos antepassados) eram os deuses domésticos. Após a conquista da Grécia, os romanos assimilaram os deuses gregos dando-lhes nomes latinos.

No período do Império, a religião tradicional passou a integrar ritos políticos e cívicos dos quais fazia parte o culto do Imperador.

A família tradicional romana, unida à volta do seu chefe e do culto doméstico, passou gradualmente a ficar desagregada. Casamentos e divórcios, principalmente nas classes mais ricas, sucediam-se como meras formalidades.

O culto aos deuses, e também ao imperador, fazia-se através de orações e sacrifícios que tinham lugar nos templos e nas aras (altares).

Os templos passaram a ser muito frequentados, além de orações e sacrifícios realizavam-se inúmeras festas com banquetes e procissões. Tal como na Grécia também havia jogos públicos que em Roma eram dedicados a Júpiter. A ostentação e o prazer estavam sempre presentes nestas festas.

As pessoas adoravam os seus deuses em dias santos e festivais, que eram em grande número. Nesta altura não havia semanas de sete dias com um dia santo de descanso, excepto entre os judeus. Rezava-se em períodos de problemas ou doenças.

Os sacerdotes (áugures e pontífices) e as sacerdotisas (vestais) eram os organizadores do culto dos deuses: os áugures interpretavam a vontade dos deuses; Os pontífices fixavam os ritos e o calendário dos "dias nefastos"; as Vestais mantinham acesa a chama sagrada no templo de Vesta. Os principais deuses: eram Júpiter (o equivalente em grego era Zeus) que era o pai dos deuses, Juno ( sua mulher), Marte, Vénus ,Diana, e Baco . Mais à frente iremos ver a sua importância entre os romanos.

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Março 31, 2008

http://sol.sapo.pt/blogs/olindagil/archive/2008/03/31/Paul

A Educação do meu Umbigo

Gaveta aberta de textos e memórias a pretexto da Educação que vamos tendo.
 
Este blogue é frequentado por mim há cerca de três anos, em Novembro de 2005 o autor, o Professor Paulo Guinote, começa a surpreender-nos com temas ligados à História e à Educação.
Durante o ano de 2006 foi sendo pouco frequentado e comentado mas em 2007 atingiu um MILHÃO de entradas.
Não pode ser ignorado, é o blogue de Educação mais lido em Portugal, tem mais leitores que qualquer página sobre Educação em Portugal.
E porquê?
Porque neste blogue podemos, tal como Habermas dizia, formar a nossa esfera pública, local onde as ideias são examinadas, discutidas e argumentadas. Aqui vêm todos os dias, milhares de professores, educadores e pensadores interessados no tema da Educação, numa busca de informação, debate, discussão em torno dos temas mais actuais que a todos tocam.
O espaço desta esfera pública tem diminuído sob a influência das grandes corporações e do poder dos media.
Um recente fenómeno interessante é o surgimento dos blogues como uma nova esfera pública, e é isto que se passa nesse blogue, este blogue é um FENÓMENO por isso mesmo:
Porque venho hoje falar-vos deste blogue?
Porque o autor, o Doutor Paulo Guinote, foi finalmente convidado para um debate na televisão, sim hoje, finalmente um professor do Ensino Básico e Secundário, esse ser mítico, (em homenagem a um post da "Educação do meu Umbigo" na semana passada) foi convidado a participar e a dizer alguma coisa sobre aquilo que se passa no terreno. Por isso não se esqueçam de assistir hoje ao PRÓS E CONTRAS na RTP1.
Hoje na TV vai estar um dos nossos, do nosso terreno. Terreno frequentado por 143 mil pessoas mas que nunca aparecem:
 

"Já repararam que, com aquela desculpa de para falar de Educação não ser necessário ser professor, quase sempre quem fala sobre o dito assunto é advogado, psicólogo, empresário, investigador, neurocirurgião, político ou aquele senhor que nós conhecemos mas não sabemos bem o que faz, assim como a outra senhora bem falante que escreve para os jornais?" (Paulo Guinote)

E continua:

"E que são sistematicamente ignorados, a menos que tenham sido gravados a ser desrespeitados numa aula ou que sejam acusados de ter abusado da sua ausente autoridade e tenham dado uns cascudos em alguém.

Nesse caso, temos o professor-vítima ou o professor-agressor com direito a câmara em cima da cara, com pixelização mais ou menos granulosa.

Os outros todos são uma espécie de paparucos.

Há que ir para a porta das Escolas ao amanhecer ou ao anoitecer e bater com um pau na calçada para conseguir vê-los e ouvi-los." (Paulo Guinote)

Continuar a ler o post aqui:

 http://educar.wordpress.com/2008/03/28/o-professor-do-ensino-basico-e-secundario-esse-ser-mitico/

PARABÉNS PAULO!

Finalmente o Professor do Ensino Básico e Secundário deixará de ser um ser MÍTICO.

 

Escrito por Olinda | 0 comentário(s)