http://sol.sapo.pt/blogs/olindagil/archive/2009/10/01/Quer
Olá Alunos do 6ºA e do 6ºB!
Hoje trago os bilhetes para a viagem de Vasco da Gama.
Depressa, entrem para os barcos e vamos em frente!
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Olá Alunos do 6ºA e do 6ºB!
Hoje trago os bilhetes para a viagem de Vasco da Gama.
Depressa, entrem para os barcos e vamos em frente!
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http://sol.sapo.pt/blogs/olindagil/archive/2009/10/02/Ardi
Há muito, muito tempo, a região de Afar, no que é hoje a Etiópia, perto da actual aldeia de Aramis, 230 quilómetros a nordeste da capital Addis Abeba, era um autêntico paraíso.
Uma paisagem de floresta esparsa, onde corriam cascatas de água doce, com zonas densamente arborizadas, mas também com grandes extensões de pradaria.
Na floresta havia palmeiras, abundavam as figueiras e os lódãos. Era um mundo povoado de caracóis, mochos, papagaios e pavões – e ainda de ratos, morcegos, ouriços-cacheiros, hienas, ursos, porcos, rinocerontes, elefantes, girafas, macacos e antílopes. Também aí, entre os seus, vivia Ardi, uma fêmea de hominídeo primitivo. Pesava uns cinquenta quilos e media cerca de um metro e vinte. Vivia em grupo, criava os filhos e foi aí que morreu... há 4,4 milhões de anos.
A recuperação e a análise destes achados demorou 17 anos e centenas de pessoas participaram no projecto. E hoje, uma equipa multidisciplinar de 47 cientistas, oriundos de dez países, publica na revista Science nada menos do que 11 artigos descrevendo os resultados – alguns dos quais põem em causa ideias estabelecidas da história evolutiva dos grandes símios e dos homens.
Como explica ainda o comunicado acima referido, quando se encontravam no chão, os hominídeos de Ardipithecus caminhavam erguidos, apoiados nas suas duas pernas (isto é sugerido pela anatomia dos pés). Uma outra ideia estabelecida pode, aliás, estar em causa aqui: a que supõe que o bipedismo dos hominídeos nasceu quando eles se lançaram para espaços mais abertos, para a savana e não quando ainda viviam na floresta. Os Ardipithecus eram “bípedes facultativos”, dizem os investigadores.
A investigação revela que ao contrário do que se pensava, não há um antepassado comum para as duas espécies, mas sim dois. Assim, os humanos descendem de uma espécie e os grandes símios provêm de outra. A pesquisa indica ainda que os chimpanzés não são um modelo desse misterioso antepassado, e que foram os símios africanos que evoluíram bastantes desde os tempos do último antepassado comum. Esta investigação põe em causa o decorrer da evolução humana e está a provocar um debate internacional.
Para saberes mais:
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1403329
Vê o filme:
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http://sol.sapo.pt/blogs/olindagil/archive/2009/10/05/A-RE
A Conferência de Berlim
A 15 de Novembro de 1885 é realizada a Conferência de Berlim que teve como objectivo organizar a ocupação de África pelas potências coloniais e resultou numa divisão que não respeitou, nem a história, nem as relações étnicas e mesmo familiares dos povos do Continente.
Esta conferência estabeleceu o princípio de ocupação efectiva que consistia na pertença dos territórios africanos apenas aos países com meios para os ocupar de facto. Isto veio a favorecer os países mais poderosos e mais tarde foi algo muito prejudicial para Portugal...
Desde finais do século XIX, a monarquia portuguesa encontrava-se debilitada pelo descrédito, corrupção, especulação, escândalos e compadrio que envolviam vários membros do governo, nobreza e grandes capitalistas. Vivia-se em Portugal uma crise económica e social. Por outro lado, o rotativismo partidário começava a dar sinais de desgaste, sendo olhado com desconfiança pela população.
O Regicídio – 1908 – foi um dos acontecimentos que demonstra, de forma vibrante, este desgaste do regime.
O Ultimatum inglês (1890) e a revolta de 31 de Janeiro de 1891 no Porto (a primeira tentativa de implantação da República) marcaram uma nova fase na política portuguesa, em que o nacionalismo e o patriotismo do povo português foram incentivados. Uma das formas encontradas foi a caricatura política. Registava-se, então, o crescimento de partidos políticos como o Partido Republicano e o Partido Socialista Português que defendiam os princípios de liberdade, igualdade política, democracia, municipalismo e associativismo, apoiados fervorosamente pela pequena e média burguesia e o operariado, as classes mais afectadas pelas dificuldades económicas de finais do século XIX e princípios do século XX.
À uma hora da madrugada de 4 de Outubro de 1910, vários quartéis e posições estratégicas de Lisboa foram ocupados por civis e militares, apoiados pelo Partido Republicano, Maçonaria e Carbonária. Foram atacados simultaneamente o Palácio das Necessidades, onde se pensava encontrar o rei, o Quartel-General e o Quartel do Carmo, aquartelamento da guarda de elite da Monarquia. Os combatentes republicanos, comandados por Machado Santos, concentraram-se na Rotunda de Lisboa. A Guarda Municipal e as tropas fiéis ao rei juntaram-se no Rossio. No Tejo, dois cruzadores da Marinha tinham também aderido à Revolução. A Revolução parecia perdida; os combatentes na Rotunda achavam-se em inferioridade numérica. Porém, o movimento vingou devido ao facto do povo de Lisboa ter aderido entusiasticamente à revolta.
No dia seguinte, era proclamada, por José Relvas, a República da varanda da Câmara Municipal de Lisboa, sem grande oposição. O último rei de Portugal – D. Manuel II – partia, na Ericeira, com a família para o exílio, em Inglaterra.
Com a implantação da República institui-se um governo provisório, presidido por Teófilo Braga. Procedeu-se à elaboração de uma nova Constituição (aprovada em 1911) e adoptaram-se novos símbolos para o novo regime – uma moeda (o escudo), uma bandeira (a actual) e um hino (A Portuguesa).
Resolve os exercícios:
http://historianove.no.sapo.pt/simbolos_republica.htm
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http://sol.sapo.pt/blogs/olindagil/archive/2009/10/08/AS-C
As primeiras comunidades recolectoras
Desde há muitos milhares de anos que o Homem habita a Península Ibérica. Vieram de África através do estreito de Gibraltar.
Esses primeiros homens viviam em pequenos grupos; tiveram de ser muito hábeis e só o esforço de todos lhes permitia vencer as dificuldades: o frio era intenso, a neve era muita, dependiam totalmente do que a Natureza lhes dava porque as suas técnicas eram muito primitivas.
Eram recolectores, isto é, viviam apenas do que recolhiam através da pesca, da caça, da apanha de frutos, raízes, folhas.
O Homem...
... protegia-se do frio... construindo refúgios e vivendo em cavernas; vestindo-se de peles dos animais que caçava;
... fabricava instrumentos... de madeira, pedra, osso;
... dominava o fogo... para se aquecer, cozinhar os alimentos, iluminar as cavernas, afugentar os animais ferozes;
... era nómada..., isto é, deslocava-se permanentemente em grupo, procurando os locais onde viviam os animais que caçavam;
... era artista e mágico... fazendo pinturas e gravuras nas paredes das cavernas ou nas rochas - arte rupestre.
Ainda hoje é um mistério o seu significado mas, possivelmente, faziam-no para trazer sorte às caçadas e abundância de alimentos.
Para saberes mais:
http://www.eb23-cmdt-conceicao-silva.rcts.pt/sev/hgp/5_ano.htm
Jogos para aprenderes História:
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http://sol.sapo.pt/blogs/olindagil/archive/2009/10/10/A-1_
Na 2ª metade do século XIX vários países industriais europeus expandiram-se para outros continentes, em particular para África, por razões económicas, políticas e culturais.
Em 1884-1885 na Conferência de Berlim, estabeleceu-se o princípio da ocupação efectiva do continente africano. Então, formaram-se vastos impérios coloniais, com destaque para os da Inglaterra e da França. As rivalidades entre as potências europeias levaram-nas, também, a reforçar o seu poderio bélico e estabelecer entre si alianças militares (Tríplice Aliança e Triple Entente). A paz na Europa ficou, então, em risco.
Em 28 de Junho de 1914 o arquiduque Francisco Fernando (herdeiro do trono austro-húngaro) foi assassinado na Bósnia. De imediato, a política de alianças fez deflagrar a 1ª Grande Guerra.
Em Agosto de 1914 a Alemanha invadiu a Bélgica e procurou, sem êxito, conquistar Paris. Os exércitos em confronto - alemães de um lado, franceses, ingleses, belgas... do outro - entrincheiraram-se ao longo de uma linha de 800 km, que ia do Mar do Norte à Suíça. Até 1918 nenhum deles conseguiu sobrepor-se ao outro.
A guerra das trincheiras foi um longo período, da 1ª Guerra Mundial, caracterizado por grande desgaste: elevada mortalidade, grande destruição e elevados gastos financeiros.
Os oficiais franceses eram grandes adeptos desta táctica – guerra das trincheiras – e, no 1ª Guerra Mundial, enviaram soldados para o campo de batalha sem equipamento adaptado às trincheiras. Diziam que as precauções defensivas eram desnecessárias se se fizessem ataques maciços suficientemente rápidos. Porém, estas tácticas foram postas em causa depois dos exércitos terem sofrido pesadas baixas em ataques contra trincheiras defendidas por metralhadoras.
As trincheiras eram protegidas pelo arame farpado e por postos de metralhadora. Cavavam-se também trincheiras pela "terra de ninguém" dentro para ouvir o que se passava na posição inimiga ou para capturar soldados e depois interrogá-los.
As trincheiras tinham habitualmente 2,30 metros de profundidade e 2 metros de largura. Nos parapeitos das trincheiras eram colocados sacos de areia (os "parados") para absorverem as balas e os estilhaços das bombas.
Numa trincheira com esta profundidade não se conseguia espreitar, por isso, havia uma espécie de elevação no interior.
As trincheiras não eram construídas em linha recta. Muitas eram perpendiculares, de forma a que, se o inimigo conseguisse tomar uma parte da trincheira, estava sujeito ao fogo das de apoio e das perpendiculares.
Guerra das Trincheiras
“A senhora não pode imaginar, minha querida mãe, o que o homem pode fazer contra o homem. Há cinco dias que os meus sapatos estão engordurados de cérebros humanos, que piso corpos, que encontro tripas. Os homens comem o pouco que têm, encostados aos cadáveres.”
(Carta de Eugène-Emmanuel Lemercier a sua mãe, 22 de fevereiro de 1915)
“Na própria trincheira, havia cadáveres que não podiam ser retirados, nem enterrados (até agora não tivemos tempo de o fazer), e que são pisados quando se passa. Um deles, que tem uma máscara de lama e dois buracos nos olhos, deixa cair uma mão, estilhaçada e quase destruída pelos soldados que se precipitam, em fila, ao longo da trincheira. Dá para ver, pois a trincheira fica aberta nesse lugar e nós o iluminamos, por um instante. Não achas macabro, esses mortos usados pelo destino como pobres coisas?”
(Carta de Henri Barbusse a sua mulher, 21 de junho de 1915)
Resolve os exercícios:
http://www.prof2000.pt/users/mjosemir/ccdi/Hotpot_9/Tema_I_1/B-1ªGuerraMundial(1).htm
http://www.prof2000.pt/users/mjosemir/ccdi/Hotpot_9/Tema_I_1/C-1ªGuerraMundial(2).htm
http://www.prof2000.pt/users/mjosemir/ccdi/Hotpot_9/Tema_I_1/D-PazPrecaria.htm
http://www.prof2000.pt/users/mjosemir/ccdi/Hotpot_9/Tema_I_1/E-Balanço1ªGuerra.htm
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http://sol.sapo.pt/blogs/olindagil/archive/2009/10/12/_C90
O 20º Festival Internacional de BD da Amadora decorrerá de 23 de Outubro a 8 de Novembro
Os 50 anos de Astérix e da carreira de Maurício de Sousa (turma da Mônica) são as principais atracções do 20º Festival Internacional de BD da Amadora, que se realiza entre 23 de Outubro e 8 de Novembro. A maioria das exposições são apresentadas no Fórum Camões (Brandoa), mas há também núcleos espalhados por outros equipamentos do concelho.
Astérix
A ideia é equacionar o papel do certame na dinamização da BD em Portugal através de quatro núcleos – Almanaque (os anos editoriais), Contemporaneidade Portuguesa (relação entre a BD e a arte portuguesa contemporânea), Colecção CNBDI (acervo de originais recolhidos) e 20 Anos de Concurso (os autores que iniciaram a sua carreira nos concursos do festival).
A programação internacional será a seguinte: o argumentista argentino Hector Oesterheld (que já registou presença numa exposição no ano passado), o brasileiro Maurício de Sousa, presença recorrente no festival, e uma mostra de coleccionismo relacionada com o mundo de Astérix. O italiano Giorgio Fratini e o francês Emmanuel Lepage completam a lista de autores estrangeiros com direito a exposição autónoma.
Há ainda a referir duas mostras colectivas com autores polacos e canadianos (destes últimos, têm presença confirmada no festival Cameron Stewart, Karl Kerschl e Ramón Pérez). Os argentinos Óscar Zarate e Carlos Sampayo e o belga Johan De Moor são outros autores confirmados no festival.
A participação da banda desenhada portuguesa aparece este ano consideravelmente reforçada. Há exposições dos clássicos José Garcês (História do Jardim Zoológico de Lisboa, no Fórum Camões) e José Ruy (Riscos do Natural, na Escola Superior de Teatro e Cinema). Das gerações mais novas, o festival inclui exposições sobre Rui Lacas e António Jorge Gonçalves (prémios nacionais de BD 2008) na Brandoa. No Centro Comercial Dolce Vita Tejo estará patente a colectiva Em Traços Miúdos, com obras de Ricardo Ferrand, Pedro Leitão e José Abrantes.
Dois nomes de referência da BD portuguesa são homenageados: Vasco Granja, falecido este ano, é evocado na Galeria Municipal Artur Boal. Na Casa Roque Gameiro assinala-se o centenário do nascimento de Adolfo Simões Müller, cujo papel na dinamização de publicações periódicas primeira metade do século XX foi fundamental.
BD de Geraldes Lino
Espero conseguir ir até lá pois adoro BD.
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http://sol.sapo.pt/blogs/olindagil/archive/2009/10/13/AS-C
Comunidades agro-pastoris
Há cerca de 15 mil anos, o clima da Terra mudou: a temperatura aumentou e os gelos recuaram para as zonas polares.
Na Península Ibérica, a temperatura tornou-se mais amena, aumentaram as zonas habitáveis, mudou a vegetação e os animais que aqui viviam.
Mudou também o modo de vida das comunidades da Península, adaptando-se ao novo ambiente natural.
O Homem...
... dedicou-se à pastorícia: começou a domesticar animais como o porco, a cabra, a vaca, a ovelha, o cão e o cavalo;
... e à agricultura: iniciou o cultivo de trigo, cevada, centeio, favas, linho;
... tornou-se, por isso, sedentário: vivia em aldeias e produzia os seus próprios alimentos, já não precisando de se deslocar permanentemente para recolher alimentos;
... utilizou novas técnicas como a cestaria, a olaria e a tecelagem: para guardar os produto das colheitas fabricou cestos e vasos de barro; com a fibras vegetais e animais (o linho e a lã) fabricou tecidos;
... usou novos utensílios: apesar de continuar a usar a pedra, a madeira e o osso, fabricou novos utensílios como a foice, a enxada, a mó, o arado, a roda;
... mais tarde, descobriu os metais e praticou a metalurgia: primeiro, o cobre e o bronze; com a chegada dos Celtas, o ferro e o ouro; tanto eram usados em utensílios como em armas ou adornos.
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http://sol.sapo.pt/blogs/olindagil/archive/2009/10/15/O-TR
O trafico de escravos para o Brasil refere-se ao período da história em que houve uma migração forçada de Africanos para o Brasil. Portugueses, brasileiros e mais tarde holandeses dominaram um comércio que envolveu a movimentação de milhares de pessoas.O comércio de escravos estava solidamente implantado no continente Africano e existiu durante milhares de anos. Nações Africanas como osAshanti do Gana e os Yoruba da Nigéria tinham as suas economias assentes no comércio de escravos. O tráfico e comércio de escravos era intercontinental, registando-se um grande comércio de escravos europeus nos mercados Africanos já durante o Império Romano.
O trafico de escravos para o Brasil não era exclusivo de comerciantes brancos europeus e brasileiros, mas era uma actividade em que os pumbeiros, que eram mestiços, negros livres e também ex-escravos,não só se dedicavam ao tráfico de escravos como controlavam o comércio costeiro – no caso de Angola, também parte do comércio interior – para além de fazerem o papel de de mediadores culturais no comércio de escravos da África Atlântica.
“ Os Homens eram empilhados no fundo do porão do navio, acorrentados, com receio de que se revoltassem e matassem todos os brancos que iam a bordo. Às mulheres reservavam a segunda entrecoberta. As crianças eram amontoadas na primeira entrecoberta. Se quisessem dormir caíam uns sobre os outros.
Havia sentinas, mas como muitos tinham medo de perder o lugar, faziam aí mesmo as necessidades, principalmente os homens, de modo que o calor e o cheiro eram insuportáveis.
Pior do que tudo era o sofrimento dos cativos, de tal forma que muitos não resistiam, morrendo asfixiados, exaustos ou doentes.”
Fonte: Frédéric Mauro, Portugal, o Brasil e o Atlântico
In, História e Geografia de Portugal-6ºano
Texto Editores
Lê também a matéria que andas a estudar neste tema:
http://sol.sapo.pt/blogs/olindagil/archive/2007/10/19/O-COM_C900_RCIO-TRIANGULAR.aspx
E faz estes exercícios:
http://www.deemo.com.pt/exercicios/hg/5/hgp5_impcolport_lisbpomb.htm
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http://sol.sapo.pt/blogs/olindagil/archive/2009/10/18/A-Re
Os primeiros sinais de inovação
As primeiras inovações surgiram a partir de 1880-90. Pintores como Munch, Van Gogh, Gauguin e Cézanne introduziram mudanças arrojadas, que estiveram na origem de novas correntes.
Van Gogh
Van Gogh acentua dramaticamente as formas e as cores, abrindo assim caminho ao expressionismo.
Gauguin
Gauguin privilegia a força da cor, anunciando o violento choque que irá ser provocado pelo fauvismo.
Cézanne
Quanto a Cézanne, geometriza as formas dos objectos, tornando-se o precursor de uma das maiores rupturas da história da pintura, o cubismo.
As grandes rupturas
A grande revolução nas artes plásticas dá-se por volta de 1907, com o aparecimento do cubismo e do abstraccionismo.
Eu e Guernica, de Picasso.
O cubismo, cujos principais representantes foram Picasso e Braque , destrói por completo a imagem natural das pessoas e dos objectos: as figuras são decompostas em planos geométricos que representam vários ângulos de visão e que se sobrepõem e confundem na superfície do quadro destruindo a tradição herdada desde o Renascimento.
Braque
Kandinsky
A Revolução na Arte
Talvez em nenhuma outra época se tenha explorado tão grande diversidade de caminhos na arte e na literatura como entre 1890 e as três primeiras décadas do século XX.
Nesses quarenta anos, não só se rompeu com as regras e convenções artísticas e literárias do passado, herdadas do Renascimento, como se ensaiaram inúmeras experiências, cheias de ousadia e de originalidade. Esta procura de novas formas de expressão era, de certo modo, o reflexo do espírito de rebeldia e das profundas inquietações da época.
Paris tornou-se então a capital cultural da Europa. Ali acorriam artistas e escritores de todas as nacionalidades para estarem a par dos movimentos de vanguarda, isto é, das tendências artísticas e literárias mais avançadas.
Já no final da década de 20, apareceu uma nova corrente, influenciada pela psicanálise de Freud: o surrealismo. Defendida nos Manifestos Surrealistas do escritor André Breton, foi cultivada sobretudo por Salvador Dalí e Magritte.
Dali
Os surrealistas procuram representar o surreal, o que está para além da realidade, ou seja, o mundo do inconsciente, que se manifesta nos sonhos e nos delírios.Muitos artistas seguiam, no entanto, caminhos pessoais.
Klee
Foi o caso de Mondrian, um abstraccionista geométrico depurado ; de Klee e de Miró, de Chagall e outros.
Eu e Miró, no museu Rainha Sofia.
E, sobretudo, de Picasso, o pintor mais genial do século, que, durante toda a sua vida, não parou de procurar novas formas de expressão artística .
Picasso Pássaros mortos
Muitos destes quadros apreciei-os ao vivo no museu Rainha Sofia, em Madrid.
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http://sol.sapo.pt/blogs/olindagil/archive/2009/10/24/A-BR
“BRANCA E OS 7 SURDOS “
A história animada/desenhada inteiramente em Língua Gestual Portuguesa (LGP) para crianças SURDAS, criada, escrita, ilustrada, desenhada e realizada pelo Professor FRANCISCO GOULÃO (Surdo/Deaf) – Portugal.
Visitar/Clique aqui:
http://branca7surdos.weebly.com
O professor Francisco Goulão é surdo-mudo, tem 58 anos e lecciona a alunos surdos há mais de 31 anos. Licenciado pela Universidade de Lisboa, actualmente é professor no Instituto António Cândido, no Porto e é especializado na área da surdez.
Parabéns ao colega Francisco Goulão pelo seu trabalho que é visível no seu blogue.
Beijinhos aos alunos do Francisco Goulão.
O blogue de Francisco Goulão:
http://profsurdogoulao.blogspot.com/
E a sua página pessoal:
http://profsurdogoulao.no.sapo.pt/
Desejo muitas Felicidades ao professor Francisco Goulão e aos seus alunos!
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http://sol.sapo.pt/blogs/olindagil/archive/2009/10/26/Domi
Demorámos um bocado a encontrar o Fórum Luís de Camões, na Brandoa, mas lá encontrámos, era aí o local do festival.
Em destaque estava o autor brasileiro Maurício de Sousa, a celebrar 50 anos de carreira, e ainda os irredutíveis Astérix e Obélix, que contam já meio século de vida.
Até 8 de Novembro, no festival será possível ver alguns dos originais que integram a colecção do Centro Nacional de Banda Desenhada da Amadora, recordar Adolfo Simões Müller e Vasco Granja e espreitar a mais recente produção de BD da Polónia.
Encontrei lá a amiga bloguista Meiadeleite que visitava também as exposições.
O Diabo dos sete mares 2
Comprei três álbuns, claro que não podia falhar o meu autor favorito, o Hermann. Assim, aproveitei para adquirir o segundo volume de O Demónio dos Sete Mares (Le diable des sept mers), escrito pelo artista belga Hermann (Hermann Huppen) em parceria com seu filho Yves H..
O Diabo dos sete mares 1
Desde criança que sou fã do Hermann. O Hermann de que me tornei fã foi daquele que fez dupla com Greg nas aventuras de Bernard Prince e de Comanche. Mais do que o desenho, o que mais me atraiu no seu estilo foi a dinâmica da narrativa dos seus trabalhos, como se se tratassem de aventuras de uma excelente série de televisão, mas aproveitando a fluidez do tempo que a BD proporciona para permitir, por exemplo, que Bernard Prince e Barney Jordan (acima) se excedessem na categoria das ironias que proferiam, mesmo quando nas situações mais enrascadas… Bernard Prince é alto, de cabelos brancos, sempre em movimento, é um jovem sedento de acção. Depois de ter herdado um barco, O Cormoran, ele solta as amarras e parte para o mar alto em busca da aventura. Durante essas aventuras ele salva uma jovem índia, Djin, que posteriormente adopta. Barney Jordan, um amante de bebidas fortes que apenas está feliz quando se encontra envolvido em acções perigosas, será o terceiro elemento de um trio que compõe estas aventuras, cuja publicação remonta a 1966 na revista belga Tintin.
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http://sol.sapo.pt/blogs/olindagil/archive/2009/10/28/CORR
1. O Expressionismo - (especialmente cultivado na Alemanha), deforma as figuras e emprega cores intensas para reforçar o trágico e satírico.
Ernst Kirchner, auto-retrato
com modelo, 1910.
2. O Abstraccionismo - introduzido por Kandinsky (arte não-figurativa) torna-se uma simples combinação de linhas, cores e formas que sugerem um estado de espírito.
Kandinsky
3. O Fauvismo - de que Matisse foi o mais notável representante, reduz os quadros a um jogo de cores puras, violentas, utilizadas livremente.
Matisse
4. O Cubismo - teve como principais representantes Picasso e Braque, caracteriza-se por reduzir as figuras a formas geométricas e a decompô-las em planos que se sobrepõem arbitrariamente na tela.
Braque
5. O Futurismo - de Marinetti exalta o movimento, a cidade, a máquina, o dinamismo da vida moderna e do futuro.
6. O Movimento Dada - constituí-se como uma reacção irreverente contra o absurdo do Mundo: constrói objectos ostensivamente estravagantes, combinando pinturas, colagens e bocados de utensílios.
Os dadaístas foram críticos implacáveis da sociedade capitalista que não se responsabilizava pela raça humana e sua cultura. E registram o seu protesto através da extravagância, da quebra do convencional, da espontaneidade e, do absurdo estético.
7. O Surrealismo - influenciado pela psicanálise de Freud, foi cultivado por poetas como Paul Eluard e por pintores como Max Ernst, Salvador Dali e Magritte. Procuram representar o surreal, o mundo do inconsciente que se manifesta nos sonhos e nas visões delirantes.
Magritte
Em Portugal, na pintura, destacam-se na primeira metade do século XX: Amadeo de Sousa Cardoso (cubismo e abstraccionismo);
Eduardo Viana, Santa-Rita e o poeta pintor Almada Negreiros (futurismo);
Maria Helena Vieira da Silva (abstraccionismo).
Resolve os exercícios:
http://www.malhatlantica.pt/netescola/historia/testes9index.htm
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http://sol.sapo.pt/blogs/olindagil/archive/2009/10/29/Os-_
Otto Dix, noctívagos.
"Os anos 20 (1924-1929) foram anos de prosperidade. O "American way of life" ("estilo de vida à americana") invadiu a Europa. Aos benefícios da sociedade de consumo associou-se a busca de prazer e a evasão e intensificou-se a vida nocturna. Os teatros, os cinemas, os night-clubs e outras salas de espectáculos e de jogos das grandes cidades tornaram-se locais habitualmente frequentados.
Josephine Baker, dançando o charleston
As novas bebidas (cocktail), as novas músicas (sobretudo o jazz) e as novas danças (charleston, foxtrot, tango, lambeth walk, swing e rumba) passaram a animar a vida nocturna. Rallies de automóveis, corridas de carros e de cavalos e outros desportos (como o futebol) constituíam outros divertimentos que envolviam grandes massas. O rápido desenvolvimento dos meios de transporte (comboio, automóvel, avião) e dos meios de comunicação (rádio, telégrafo, telefone...) acelerou o quotidiano das pessoas, favorecendo uma maior mobilidade espacial e do ritmo de vida.
Coco Chanel
Com estilo e elegância, Gabrielle "Coco" Chanel revolucionou a década de 20, libertando a mulher dos trajes desconfortáveis e rígidos do final do século XIX.
A moda de viajar entrou nos hábitos e prazeres das classes médias. Às viagens de negócios acrescentaram-se as viagens lúdicas, de turismo, quer no interior dos próprios países, quer para países estrangeiros, criando-se e desenvolvendo-se novas infra-estruturas para apoio destes lazeres: agências de viagens, serviços de hotelaria especializados, mapas, guias turísticos, bilhetes-postais ilustrados, etc. Paralelamente a este novo estilo de vida, o período entre as duas guerras mundiais caracterizou-se por uma latente inquietação e instabilidade nos comportamentos sociais.
As mulheres copiavam as roupas e os gestos das actrizes famosas, como Gloria Swanson e Mary Pickford. A cantora e dançarina Josephine Baker também provocava alvoroço nas suas apresentações, sempre em trajes ousados.
A paz estabelecida pelo Tratado de Versalhes, que pôs fim à 1.ª Guerra Mundial (1919), foi uma paz aparente, já que, na Alemanha e na Itália, o nazismo e o fascismo iniciavam a sua caminhada galopante. A crise de 1929 viria a agravar essa instabilidade gerando mesmo angústias e miséria que iriam ter consequências a todos os níveis."
Eric Hobswam, A Era dos Extremos, Editorial Presença. (texto com alterações)
Resolve os exercícios:
http://www.prof2000.pt/users/mjosemir/ccdi/Hotpot_9/TemaI-3/Anos20.htm
Vê o PPT:
http://www.slideshare.net/serbernardo/os-loucos-anos-20
Descreve as principais alterações da vida urbana documentada na fonte.
http://www.youtube.com/watch?v=2hs3IZtIeoQ&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=Xmqc_wJN4_M&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=3svvCj4yhYc&NR=1
http://www.youtube.com/watch?v=2jWvqlt08CA
http://www.youtube.com/watch?v=ZJC21zzkwoE&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=s58iTzznkp0&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=My9B4uQYJn4&feature=related
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http://sol.sapo.pt/blogs/olindagil/archive/2009/10/31/A-AR
D. João V - O Magnânimo
(09/12/1706 à 31/07/1750)
O barroco Joanino
Em Portugal, o barroco atingiu o seu esplendor na primeira metade do século XVIII, com D.João V.
As remessas de ouro do Brasil permitiram que D.João V chamasse artistas estrangeiros e mandasse realizar várias obras de arte.
As várias vertentes da produção artística ao longo do reinado de D. João V receberam a designação genérica de Barroco Joanino. Contudo, este extenso período de 44 anos, apesar de se consubstanciar em torno da figura do Magnânimo e da sua política absolutista, não apresenta uma homogeneidade de correntes artísticas. Nesta classificação abrangente integram-se diferentes manifestações da arte barroca setecentista.
O tempo de D. João V coincide com o despertar do ciclo económico do ouro e dos diamantes do Brasil, mais-valia preciosa que incrementará uma renovadora política de mecenato de grandes edificações, quer de patrocínio da Coroa, quer ainda de iniciativa do Clero e da alta nobreza. Esta opulência e enriquecimento reflectiram-se no aparato e na monumentalidade das obras de arte, concebidas numa triunfante linguagem barroca.
No campo artístico, a procura de uma encenação grandiosa do poder foi acompanhada por uma abertura e pelo estabelecimento de contactos com tratados, obras de arte e artistas estrangeiros. Isto traduziu-se numa clara influência do Barroco internacional, sobretudo a partir do segundo quartel do século XVIII, altura em que a severidade característica do Barroco Nacional vai cedendo lugar à renovada linguagem deste Barroco estrangeirado. A corrente de renovação assolou todo o país e manifestou-se nas mais diversas produções artísticas. A arquitectura, a escultura e a pintura, bem assim como as artes decorativas – mobiliário, ourivesaria e, sobretudo, a talha e o azulejo –, foram incrementadas e personalizadas por uma vasta plêiade de artistas portugueses e estrangeiros.
No campo artístico, a procura de uma encenação grandiosa do poder foi acompanhada por uma abertura e pelo estabelecimento de contactos com tratados, obras de arte e artistas estrangeiros. Isto traduziu-se numa clara influência do Barroco internacional, sobretudo a partir do segundo quartel do século XVIII, altura em que a severidade característica do Barroco Nacional vai cedendo lugar à renovada linguagem deste Barroco estrangeirado.
A corrente de renovação assolou todo o país e manifestou-se nas mais diversas produções artísticas. A arquitectura, a escultura e a pintura, bem assim como as artes decorativas – mobiliário, ourivesaria e, sobretudo, a talha e o azulejo –, foram incrementadas e personalizadas por uma vasta plêiade de artistas portugueses e estrangeiros.
O triunfo do Barroco Joanino conferiu uma expressiva teatralidade de atitudes e gestos à escultura em madeira e pedra, enquanto a arte da pintura assimilava o colorido excessivo e a lição das pinturas em perspectiva e de ilusão, cobrindo os tectos e cúpulas dos templos e palácios setecentistas. No capítulo das artes decorativas, para além das excelentes obras de ourivesaria de influência italiana e francesa, uma harmonia em azul, branco e dourado apossou-se da talha e do azulejo, duas das áreas artísticas que atingiram uma originalidade maior. Os interiores dos templos religiosos foram inundados por uma dinâmica e excessiva onda dourada de talha, contrastando harmoniosamente com o azul e branco dos tapetes de azulejaria, revestindo as paredes com a sua temática de episódios religiosos e profanos.
Não se concretizando especificamente como um estilo artístico, o Barroco Joanino teve o grande mérito de se abrir às influências das correntes internacionais, amalgamando-as com a tradição artística das oficinas nacionais e produzindo algumas das mais emblemáticas obras da arte portuguesa.
Grandes e esplendorosas obras Grandes obras de arte foram construídas durante o período barroco em Portugal, entre elas podemos destacar as seguintes: o Converto de Mafra, cujo arquitecto foi Ludovice, envolveu na sua construção milhares de trabalhadores e possui uma magnífica biblioteca de 88 metros de comprimento. Foi na parte norte do país que o barroco se implantou com mais força, através de inúmeras igrejas, solares (como o Solar de Mateus - Vila Real), palácios (como o do Freixo, no Porto). Uma obra marcante é a Torre dos Clérigos (Porto), de Nicolau Nasoni. Em Coimbra destaca-se a Biblioteca dos Gerais da Universidade (Biblioteca Joanina). Não posso deixar de citar o aqueduto das Águas Livres, a Igreja e escadas do Bom Jesus de Braga e o Santuário da Nossa Senhora dos Remédios em Lamego. O Barroco manifesta-se no Porto em inúmeros e expressivos edifícios de arquitectura civil e religiosa. A arquitectos como António Pereira e Nicolau Nasoni deve a cidade alguns dos mais representativos exemplares deste estilo, provocando uma completa transformação na paisagem urbana setecentista. Ao longo dos séculos XVII e XVIII, a cidade assemelha-se a um “estaleiro” de artistas e artífices, que produziram um significativo conjunto de obras de alto valor estético. A Igreja e Torre dos Clérigos - Este conjunto arquitectónico foi edificado, entre 1732 e 1773, pela Irmandade dos Clérigos. Na construção da Igreja trabalharam vários artistas, destacando-se Nicolau Nasoni e o mestre pedreiro António Pereira. A Torre que remata o edifício do lado poente é uma das obras-primas de Nicolau Nasoni, sendo considerada um dos ex-libris da cidade. Foi na escultura que o barroco teve uma das manifestações mais ricas, através da estatuária e talha dourada. A marca dos artistas portugueses fez-se sentir sobretudo nos altares de talha dourada e nos painéis de azulejo que embelezavam igrejas, salões, escadarias e jardins. O principal escultor dessa altura foi Machado de Castro (1731-1822), que se celebrizou pelos seus presépios. Na pintura destacou-se Vieira Lusitano. Outras artes também desenvolvidas nesta época foram a música, distinguindo-se Carlos Seixas (1704-1742), e o teatro, com António José da Silva (1705-1739), mais conhecido por "o Judeu”.
Grandes e esplendorosas obras
Grandes obras de arte foram construídas durante o período barroco em Portugal, entre elas podemos destacar as seguintes: o Converto de Mafra, cujo arquitecto foi Ludovice, envolveu na sua construção milhares de trabalhadores e possui uma magnífica biblioteca de 88 metros de comprimento.
Foi na parte norte do país que o barroco se implantou com mais força, através de inúmeras igrejas, solares (como o Solar de Mateus - Vila Real), palácios (como o do Freixo, no Porto). Uma obra marcante é a Torre dos Clérigos (Porto), de Nicolau Nasoni.
Em Coimbra destaca-se a Biblioteca dos Gerais da Universidade (Biblioteca Joanina).
Não posso deixar de citar o aqueduto das Águas Livres, a Igreja e escadas do Bom Jesus de Braga e o Santuário da Nossa Senhora dos Remédios em Lamego.
O Barroco manifesta-se no Porto em inúmeros e expressivos edifícios de arquitectura civil e religiosa. A arquitectos como António Pereira e Nicolau Nasoni deve a cidade alguns dos mais representativos exemplares deste estilo, provocando uma completa transformação na paisagem urbana setecentista. Ao longo dos séculos XVII e XVIII, a cidade assemelha-se a um “estaleiro” de artistas e artífices, que produziram um significativo conjunto de obras de alto valor estético.
A Igreja e Torre dos Clérigos - Este conjunto arquitectónico foi edificado, entre 1732 e 1773, pela Irmandade dos Clérigos. Na construção da Igreja trabalharam vários artistas, destacando-se Nicolau Nasoni e o mestre pedreiro António Pereira. A Torre que remata o edifício do lado poente é uma das obras-primas de Nicolau Nasoni, sendo considerada um dos ex-libris da cidade.
Foi na escultura que o barroco teve uma das manifestações mais ricas, através da estatuária e talha dourada.
A marca dos artistas portugueses fez-se sentir sobretudo nos altares de talha dourada e nos painéis de azulejo que embelezavam igrejas, salões, escadarias e jardins.
O principal escultor dessa altura foi Machado de Castro (1731-1822), que se celebrizou pelos seus presépios. Na pintura destacou-se Vieira Lusitano. Outras artes também desenvolvidas nesta época foram a música, distinguindo-se Carlos Seixas (1704-1742), e o teatro, com António José da Silva (1705-1739), mais conhecido por "o Judeu”.
Grandes e esplendorosas obras
Grandes obras de arte foram construídas durante o período barroco em Portugal, entre elas podemos destacar as seguintes: o Converto de Mafra, cujo arquitecto foi Ludovice, envolveu na sua construção milhares de trabalhadores e possui uma magnífica biblioteca de 88 metros de comprimento.
Foi na parte norte do país que o barroco se implantou com mais força, através de inúmeras igrejas, solares (como o Solar de Mateus - Vila Real), palácios (como o do Freixo, no Porto). Uma obra marcante é a Torre dos Clérigos (Porto), de Nicolau Nasoni.
Em Coimbra destaca-se a Biblioteca dos Gerais da Universidade (Biblioteca Joanina).
Não posso deixar de citar o aqueduto das Águas Livres, a Igreja e escadas do Bom Jesus de Braga e o Santuário da Nossa Senhora dos Remédios em Lamego.
O Barroco manifesta-se no Porto em inúmeros e expressivos edifícios de arquitectura civil e religiosa. A arquitectos como António Pereira e Nicolau Nasoni deve a cidade alguns dos mais representativos exemplares deste estilo, provocando uma completa transformação na paisagem urbana setecentista. Ao longo dos séculos XVII e XVIII, a cidade assemelha-se a um “estaleiro” de artistas e artífices, que produziram um significativo conjunto de obras de alto valor estético.
A Igreja e Torre dos Clérigos - Este conjunto arquitectónico foi edificado, entre 1732 e 1773, pela Irmandade dos Clérigos. Na construção da Igreja trabalharam vários artistas, destacando-se Nicolau Nasoni e o mestre pedreiro António Pereira. A Torre que remata o edifício do lado poente é uma das obras-primas de Nicolau Nasoni, sendo considerada um dos ex-libris da cidade.
Foi na escultura que o barroco teve uma das manifestações mais ricas, através da estatuária e talha dourada.
A marca dos artistas portugueses fez-se sentir sobretudo nos altares de talha dourada e nos painéis de azulejo que embelezavam igrejas, salões, escadarias e jardins.
O principal escultor dessa altura foi Machado de Castro (1731-1822), que se celebrizou pelos seus presépios. Na pintura destacou-se Vieira Lusitano. Outras artes também desenvolvidas nesta época foram a música, distinguindo-se Carlos Seixas (1704-1742), e o teatro, com António José da Silva (1705-1739), mais conhecido por "o Judeu”.
Escrito por Olinda | 0 comentário(s)
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