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Julho 11, 2010

http://feedproxy.google.com/~r/pgsimoes/sTCy/~3/0Eh02h62BDc/


Durante a “PLE Conference” fui convidado para dar um pequeno contributo sobre a conferência propriamente dita e sobre o workshop que apresentei com o José Mota.


Foi uma honra enorme ter sido convidado para este momento. A concorrência era de peso… e o convite foi no mínimo…surpreendente. Algumas das principais referências lá estão…e eu também… )


Até parece que sou um “tipo” importante…


A entrevista foi feita pela Joyce Seitzinger e está em inglês…


As reflexões sobre a conferência virão mais tarde. ;)





Escrito por Paulo Simões | 0 comentário(s)

Julho 08, 2010

http://feedproxy.google.com/~r/pgsimoes/sTCy/~3/GvD_Yqqk_G4/


Aqui fica a apresentação que serviu de apoio ao workshop apresentado na “PLE Conference” em Barcelona.


Espero que vos seja útil.





Escrito por Paulo Simões | 0 comentário(s)

Junho 30, 2010

http://feedproxy.google.com/~r/pgsimoes/sTCy/~3/5svRxher0hs/


Vai decorrer na próxima semana (8 e 9 JUL) em Barcelona a “PLE Conference”. Uma conferência que vai contar com a presença de alguns dos mais reputados investigadores mundiais sobre a temática dos PLE (Personal Learning Environments).


Para lá de ser um prazer enorme estar presente do lado do público, será um prazer redobrado, para mim, e tenho a certeza que para o José Mota, apresentar um workshop denominado “Twitter – The heart of your #PLE ?


Para despertar o apetite aqui fica um pequeno resumo (em inglês) do que vamos apresentar:


This workshop will explore and discuss the possibilities of using Twitter as the heart of a Personal Learning Environment and how, through Twitter and its related applications, one can develop and maintain an effective network and an aggregated online presence. Due to the huge potential of Twitter as a network building tool, connecting people and resources, it can be construed as the “pump” that keeps the flow going, feeding information in and out of the PLE. This information may be later aggregated, filtered, organized and transformed using the features present in Twitter and in other services or applications that interoperate with it, and also through the use of the other tools and services present in a PLE.


After a brief presentation of Twitter’s potential to serve as the heart of a PLE, participants will start by presenting themselves on Twitter, using a defined hashtag, and follow one another, to set up the environment in which we will communicate online. They will then proceed to more elaborate actions, like using hashtags, groups and lists to organize their network, and learn how they can manage multiple identities (i.e. accounts) on Twitter. Finally, they will explore ways in which they can aggregate and manage their Twitter stream, Facebook account and pages, blogs, social bookmarking, etc. using Hootsuite, and learn how to synchronize/connect Twitter with other services that they may be using, like Facebook or several Google services (e.g. iGoogle, Buzz, Google Reader, etc.).


All together they will create an environment where they can search, filter, save and publish their content. At the end of the workshop participants should be able to understand the potential of Twitter as a core piece (the Heart) in a PLE and to start building/developing their Twitter presence and network from this perspective, if they so wish.


Considering the contents and services that will be used, participants in the workshop should have:



  • a Twitter account

  • some basic notions of how Twitter works

  • a Delicious account

  • basic experience in the use of some of the services (social bookmarking, Facebook, some Google Services, for example)


  • their own laptop (we are assuming the room will not be equipped with computers).




  • Escrito por Paulo Simões | 0 comentário(s)

    Junho 25, 2010

    http://feedproxy.google.com/~r/pgsimoes/sTCy/~3/oQhQfYsS8Hg/


    Várias pessoas têm-me questionado acerca da minha preferência pelo Twitter quando comparado com outras ferramentas sociais, como por exemplo o Facebook ou o GoogleBuzz.


    Em termos meramente profissionais, não tenho dúvidas que qualquer pessoa que tenha interesse em temáticas ligadas à aprendizagem, não pode dispensar o Twitter. No entanto, muitas pessoas quando confrontadas com a possibilidade de o usar “assustam-se” e não sabem por onde começar…


    A melhor ideia que já li sobre o Twitter foi escrita por Tom Barrett “Twitter – A Teaching and Learning Tool”, que afirma que “o Twitter é como um rio que corre incessantemente”. É nesse rio, cujo caudal é definido por cada um de nós, que devemos “pescar os peixes” que pretendemos apanhar.


    Sendo assim aqui vos deixo uma forma rápida de experimentarem o Twitter:


    1. Abram a vossa conta no sítio do Twitter ;


    2. Comecem a seguir pessoas que possam ser relevantes para a construção vosso “caudal”.  Acedam a estas duas listas de utilizadores e verão rapidamente como cresce a vossa página: EducaPt e Education PLN Builders;


    3. Os mais “afoitos”, acedam a uma aplicação que, usando o Twitter, vos ajudará a fazer a gestão de toda a informação: Hootsuite.


    Qualquer dúvida, cá/lá estarei para vos ajudar…@pgsimoes




    Escrito por Paulo Simões | 0 comentário(s)

    http://feedproxy.google.com/~r/pgsimoes/sTCy/~3/lD6p2wSvd3M/


    Será o Facebook um complemento da vida real?


    Há quem diga que sim…





    Escrito por Paulo Simões | 0 comentário(s)

    Junho 17, 2010

    http://feedproxy.google.com/~r/pgsimoes/sTCy/~3/Nt4RfwCdEf8/

    A organização de um espaço pessoal de aprendizagem é um objecto de estudo que muito me agrada.


    Nos últimos dias tenho vindo a repensar o que fazer da minha “presença social”: o que fazer e como fazer…


    Decidi colocar uma questão/reflexão em três espaços, mas de forma diferenciada:


    No Facebook e no GoogleBuzz coloquei uma mensagem em português, dado que a grande dos seguidores/amigos são falantes de língua portuguesa:


    …a pensar em como usar/potenciar a minha presença nas várias redes sociais: Twitter para a componente profissional e de investigação, Buzz para comunicação e Facebook porque sim…

    Opiniões são bem vindas… ;)


    No Twitter decidi colocar a questão em inglês, tendo em conta que sou “seguido” por um grande número de falantes de língua inglesa e porque a grande maioria das minhas interacções são em inglês:


    Thinking how I can use all my socialnetworking tools…Twitter for Professional PLN, GoogleBuzz for communication/discussion & Facebook for fun


    As respostas foram extremamente interessantes e ajudaram-me a reflectir sobre a minha presença digital:


    Leonel Morgado no GoogleBuzz – Twitter para chegar a um público, FB a reproduzir twitter para chegar a outro. Buzz para clicar em “share” no Google Reader e ignorar por ser 90% disfuncional… O tempo é a única variável problemática… Quando quero fazer um post menos institucional, acabo por usar o Facebook. Por exemplo, quando passo músicas na blip.fm, só as envio para o Facebook, não para o Twitter. Trata-se de uma adaptação ao meio: o Facebook está cheio desse tipo de coisas menos sérias e o (meu) público não as leva a mal; já no Twitter levaria. No LinkedIn meto apenas replicação do Twitter, também. Quanto ao Buzz, é mesmo horrível em termos de funcionalidades, só tem uma vantagem: as pessoas vêm a indicação de mensagens novas no Buzz quando vão ao GMail, e é mais uma oportunidade para nos contactarem. Mas para isso, replicar o Twitter também serve.

    Logo, o que faço é Twitter como base e depois “extras” noutros locais, conforme o público.


    António Teixeira no GoogleBuzz - Facebook para interacções sociais informais, jogos, causas, etc. (repara que os miúdos estão a abandonar o Myspace e a adoptar o FB…); O Twitter para uma espécie de RSS, notificações de instituições, breves em tempo real, dicas de páginas net interessantes. (muitas vezes evito ir ao Twitter porque já sei que vou ficar com o browser carregado de separadores com coisas interessantes…) O Buzz pode fazer o papel de irmão mais “sério”: uma rede usada em âmbito mais fechado e institucional, fazendo as vezes de forum e de newsletter.


    José Mota no GoogleBuzz - Eu confesso que tenho adoptado a abordagem mais pragmática (e preguiçosa), que é reproduzir do Twitter para o Facebook e o Buzz e do “share” no “Google Reader” para o Buzz, um pouco na linha do que diz o Leonel. Mas concordo contigo e com o António Teixeira, que os públicos e as características são diferenciados e por isso faz mais sentido ter uma estratégia separada. A tua ideia de FB em PT e Twitter em Ing parece-me boa, mas a verdade é que também tenho amigos no FB (e tu também, certamente, que tens muito mais do que eu) que não entendem Português, pelo que isso não implica, de certo modo, desistir um pouco dessas conexões? A estratégia do António Teixeira diria que é perfeita mas, como diz o Leonel, o tempo é aqui a variável problemática. Ou talvez seja mesmo uma questão de ter um plano claro e segui-lo organizadamente.


    Hugo Domingos no GoogleBuzz e no Facebook – Utilizo o Twitter como rede e partilha de conteúdos mais relacionados com a minha actividade profissional e fui deixando o Facebook só para os amigos. A questão é que no facebook as discussões ganham mais relevo e dinâmica q no twitter e por isso decidi abrir o meu Facebook a colegas de profissão. Contudo evito replicar os post do twitter no facebook, julgo ser demasiado overload. Não sei. O Twitter é excelente para micro-blogging (acesso e partilha de info). O facebook é mais rede social porque permite discussões mais aprofundadas. Esta será a minha estratégia a utilizar a partir de agora. Mais uma acha para a fogueira: Se o Facebook permite discussões, porque utilizar o Buzz? É verdade que permite discussões como esta, mas o facebook também. Sinceramente acho que o buzz é fraquinho, prefiro apostar no Wave para discussões mais privadas. Mas ninguém ainda o usa com regularidade. Por fim, e o LinkedIn para que serve afinal? Vale a pena apostar nele?


    Teresa Pombo no Facebook - Mas tu já existes e de uma forma muito concreta; essa forma é o trabalho que fazes na partilha e formação formal e informal; daí todos os últimos convites e trabalhos! Preocupas-te demais em colocar etiquetas. Qualquer uma das três ferramentas serve os propósitos que referiste e alcançam ambos os domínios (pessoal e profissional, sendo que o teu “pessoal” nas redes não é nada preponderante; guarda-lo para a vida real e fazes muito bem). Não sei se poderás separar as águas assim.


    Luciana Ferreira no Facebook – Gosto do que partilhas. Estou sempre atenta ao que escreves e dás sempre excelentes dicas! É fantástica a vontade que demonstras pela partilha de conhecimento. Na medida do possível tento fazer o mesmo mas sei que sou mais passiva do que aquilo que gostaria. Pessoalmente penso que sinto onde queres chegar quando pensas em dividir um pouco as coisas. Sinto isso em relação ao meu blogue. Comecei por fazer algo mais formal e nem sempre me identifico com esse registo, daí ele ser pouco actualizado quando comparado com o meu perfil no facebook ou twitter. De certo a ideia não é ter duas vidas virtuais, mas ter um espaço mais formal e que concentre um determinado tipo de conteúdos e outro mais informal com espaço para partilhas mais pessoais ou relacionadas com interesses próprios. Pelo menos é nisto que tenho pensado ultimamente.

    E no Twitter? Quantas respostas obtive? ZERO… Um redondo ZERO.


    Interessante que a ferramenta onde tenho um maior número de seguidores tenho sido a única onde não obtive qualquer resposta…muito interessante. Mas isso são contas de outro rosário… )


    Em resumo, parece que é consensual que se devem usar as diversas ferramentas tendo em conta a diversificação dos nossos públicos…dos nossos amigos/seguidores…desde que haja tempo…


    Eu direi que, mais que tempo, é necessário organização. É isso que, apesar de todas as dificuldades e interrogações, contínuo a pensar ser o segredo do sucesso… ;)


    PS: Fizeram ainda o favor de participar com pequenas intervenções o Luís Borges Gouveia, a Rosalina Nunes, a Ana Pinto Martinho, o João Maia, o Paulo Amaral e a Cornélia Castro.


    Muito obrigado a todos pelos vossos contributos.





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    Escrito por Paulo Simões | 0 comentário(s)

    Maio 15, 2010

    http://feedproxy.google.com/~r/pgsimoes/sTCy/~3/vP6wojdxjI8/

    Decorreu ontem (14MAI2010) a 1ª Conferência myMPEL2010, promovida no âmbito do Mestrado em Pedagogia do ELearning da Universidade Aberta.


    Estando eu a frequentar este mestrado entrei de cabeça no apoio à organização do evento. A coordenadora do mestrado, a incansável Professora Lina Morgado dividiu os alunos em vários grupos e fomos colaborando conforme as tarefas que nos foram solicitadas.


    Entre algumas das coisas que fiz, “tocou-me em sorte” ;) ser o representante dos mestrandos na apresentação de um trabalho que reflectisse o nosso ponto de vista sobre os dois semestres de trabalho.


    O resultado final aqui está….






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    Escrito por Paulo Simões | 0 comentário(s)

    Abril 21, 2010

    http://feedproxy.google.com/~r/pgsimoes/sTCy/~3/5ovlL-N6Njs/

    Opinião publicada no Interactic 2.0 a propósito do comunicado publicado pelo José Paulo Santos “Interactic 2.0 no NING: pago ou não pago, eis a questão”.


    Como tem sido hábito desde que acedi a esta comunidade, tenho sempre tentado colaborar da forma que me parece mais adequada, nomeadamente na dinamização de determinados espaços e partilhando ideias e recursos.

    Não podia, mais uma vez, deixar de colaborar, deixando expressa a minha opinião sobre o futuro deste espaço.

    A comunidade nasceu da “carolice” do José Paulo Santos, tendo aos poucos, a sua administração sendo estendida a outros colaboradores.

    Conheci aqui algumas pessoas de quem hoje me posso orgulhar de dizer que sou amigo…

    A comunidade Interactic é a única em Portugal que encerra características por todos nós conhecida. No entanto relativamente a este pedido de auxilio acho muito interessante que de 1725 membros registados, às 23:05 de 20ABR10, só tenham respondido 13 pessoas. Interessante… Pressuponho que, tal como eu, todos os utilizadores tenham recebido no seu mail a mensagem inicial.

    Será que esta comunidade é uma grande preocupação para os seus utilizadores? Provavelmente não…


    Procurando responder a algumas das preocupações enunciadas julgo que o modelo da comunidade, apesar de não estar ainda totalmente esgotado, já não se coaduna com as alterações ocorridas na rede desde o momento em que foi criada.

    As comunidades são constituídas e dinamizadas por quem faz parte delas.

    Aquilo que tenho reparado nos últimos tempos é que a dinamização desta comunidade já teve “melhores dias”. Culpa de todos nós…bem verdade…mas principalmente da elevada quantidade de espaços existentes na rede.

    A somar a tudo isto julgo que a questão da sustentabilidade e do modelo de negócio é extremamente importante.

    Está alguém disposto a pagar para sustentar uma comunidade deste tipo? Só se for efectivamente relevante. E quantas pessoas serão precisas e que valor estarão dispostas a pagar para manter a comunidade? Provavelmente muito poucas a preços elevados. Estarão empresas interessadas em publicitar num espaço deste tipo? Só se lhes trouxer prestigio e valor acrescentado. Que tipo de constrangimento poderá constituir o facto de se fazer publicidade a determinado tipo de produtos e não a outros? Um preço provavelmente demasiado alto em termos de credibilidade e independência.


    Julgo que nesta fase tudo neste espaço deve ser reequacionado.


    O modelo de negócio deve ser independente de qualquer ligação comercial indirecta. A publicidade deve ser claramente identificada e aberta a quem dela quiser usufruir.

    O espaço NING, ou qualquer outro que não seja autónomo, não é adequado a uma solução duradoura. Assim deve ser adquirido um domínio próprio.

    A comunidade deve deixar de reflectir a pessoalização dos “donos” ou proprietários ou então assumir claramente que é propriedade de determinada(s) pessoa(s), empresas ou organizações. Ficar a meio termo é que não pode acontecer…


    O tempo dos “almoços grátis” está a acabar. É preciso ter consciência disso e assumir a ruptura com o passado recente.





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    Escrito por Paulo Simões | 0 comentário(s)

    Abril 16, 2010

    http://feedproxy.google.com/~r/pgsimoes/sTCy/~3/YfYFTotCL28/

    Um mês depois da conferência realizada em Lisboa,  a Tecminho organizou mais uma conferência, desta vez denominada “Redes Sociais e os Mundos Virtuais“.


    De entre as excelentes participações gostaria de destacar as do Leonel Morgado da UTAD e do Carlos Santos da UAveiro.


    Por aqui deixo a apresentação do Carlos, que nos voltou a falar do “extraordinário” projecto SapoCampus.






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    Escrito por Paulo Simões | 0 comentário(s)

    Março 14, 2010

    http://feedproxy.google.com/~r/pgsimoes/sTCy/~3/sgMHPE_JbSY/

    Agora já posso contar…foi duro, mas o coração aguentou… )


    Quando a Ana Silva Dias (TecMinho), responsável pela organização da Conferência “e-Learning – Onde a Tecnologia Encontra a Aprendizagem”, promovida no âmbito da Futuralia 2010, me convidou para fazer uma apresentação nunca pensei no que aí estaria para vir.


    Inicialmente pensada para um auditório de cerca de 120 pessoas, as coisas tomaram uma tamanha proporção que ultrapassaram as expectativas criadas, muito por culpa das redes sociais e do excelente trabalho de bastidores quer da Ana Dias quer da Fátima Correia, tendo-se conseguido juntar no Auditório 1 do Centro de Reuniões da Feira Internacional de Lisboa mais de 300 pessoas.


    Devo confessar…apesar de já ter tido várias oportunidades de falar para um número alargado de pessoas, nunca tinha enfrentado olhos nos olhos tanta gente ao mesmo tempo…


    Parece que a “coisa” não correu mal…segundo consta… Os parabéns foram muitos, logo a seguir ao final da primeira parte da conferência e depois quando cheguei a casa e tive  a oportunidade de ir lendo as mensagens via redes sociais.


    Foi um dia muito intenso mas simultâneamente muito importante para mim: Reencontrei pessoas que já conhecia mas que normalmente só converso “na rede”; conheci pessoalmente a maioria dos meus colegas de mestrado e encontrei pessoas com quem nunca tinha estado presencialmente.


    A minha apresentação constituiu para a esmagadora maioria uma surpresa dado que abordou a temática dos PLE, com particular enfase no Twitter e  incorporou o “backchannel” com a tag #edminholx sempre a passar durante a apresentação. Simultaneamente consegui automatizar alguns tweets que foram sendo lançados sempre que havia mudança de “slide”. Tudo graças a uma excelente ferramenta produzia por Timo Elliott.


    Sei que foi um risco que corri quando incorporei algumas novidades tecnológicas na apresentação, mas também sabia que se alguma coisa corresse mal não teria nada a perder porque ninguém me conhecia ;)


    Agora tenho a certeza que a responsabilidade aumentou…


    Gostaria de deixar uma palavra de agradecimento à Ana Silva Dias, a primeira pessoa fora do meu círculo da Força Aérea, que acreditou no meu trabalho, quando me convidou para e-formador da TecMinho e que agora voltou a confiar em mim, convidando-me para um evento com este peso no panorama do e-Learning em Portugal. Tendo em conta os restantes oradores presentes senti-me extraordinariamente honrado.


    Para finalizar um enorme OBRIGADO a todos aqueles que manifestaram, das mais variadas formas, total apoio ao trabalho que apresentei…





    Escrito por Paulo Simões | 0 comentário(s)

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