Dou comigo muitas vezes a pensar que no "e-learning" já está tudo inventado… afinal existem uns “gurus” por aí que passam a vida a pensar nestas coisas para nos tornar a vida mais fácil… ou será mais difícil? Ainda estou para descobrir...
O certo é que tendemos a inibir as nossas experiências em torno de novos modelos de “aprendizagem”. Afinal quem não tem medo de se enganar?
Em paralelo nota-se uma democracia pedagógica que permite o aparecimento de exemplos de ambientes de aprendizagem virtuais, ferramentas de colaboração social, do renascer das comunidades de aprendizagem, e ainda assim estarmos no domínio do conhecimento e da aprendizagem - salvaguardados e clarificados os objectivos das intervenções e o seu carácter mais ou menos formal.
Um dos segredos destes sucessos parece estar em experimentar novas ferramentas/abordagens/metodologias recorrendo-se da experiência recolhida de outras “não tão novas”.
Será que é na experiência anterior que reside a diferença base entre os “conscientemente incompetentes”, dispostos a correr o risco do insucesso e ainda assim aprender e expandir os horizontes, relativamente aos "inconscientemente incompetentes”?
Curioso é que são as organizações de referência que mais investem na “incompetência consciente” para dos frutos desta se tornarem “conscientemente competentes”.



