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Moodle 1.9, eLearning course development

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Pedro Alves :: Blog

Março 20, 2008

Dou comigo muitas vezes a pensar que no "e-learning" já está tudo inventado… afinal existem uns “gurus” por aí que passam a vida a pensar nestas coisas para nos tornar a vida mais fácil… ou será mais difícil? Ainda estou para descobrir...

O certo é que tendemos a inibir as nossas experiências em torno de novos modelos de “aprendizagem”. Afinal quem não tem medo de se enganar?

Em paralelo nota-se uma democracia pedagógica que permite o aparecimento de exemplos de ambientes de aprendizagem virtuais, ferramentas de colaboração social, do renascer das comunidades de aprendizagem, e ainda assim estarmos no domínio do conhecimento e da aprendizagem - salvaguardados e clarificados os objectivos das intervenções e o seu carácter mais ou menos formal.

Um dos segredos destes sucessos parece estar em experimentar novas ferramentas/abordagens/metodologias recorrendo-se da experiência recolhida de outras “não tão novas”.

Será que é na experiência anterior que reside a diferença base entre os “conscientemente incompetentes”, dispostos a correr o risco do insucesso e ainda assim aprender e expandir os horizontes, relativamente aos "inconscientemente incompetentes”?

Curioso é que são as organizações de referência que mais investem na “incompetência consciente” para dos frutos desta se tornarem “conscientemente competentes”.

Escrito por Pedro Alves | 0 comentário(s)

Fevereiro 29, 2008

Ando preocupado com questões de perspectiva...

Não posso deixar de pensar que tentar desenhar melhores abordagens pedagógicas é um caminho sinuoso. Ora então...

Cada vez mais me convenço mais de que não há formas erradas ou correctas de desenvolver conteúdos . Obviamente que existem "cursos" mais eficientes que outros, a questão é que a eficiência ou a sua percepção, pode ser medida de formas diferentes...

Não deixa de me entristecer o facto de podermos ter um conjunto de recursos de aprendizagem interactivos e focados no participante e a organização cliente "não estar para" empreendedorismos pedagógicos ou pura e simplesmente o que lhe faz sentido é disponibilizar cursos de auto-estudo... Afinal a ler é que se "ensina e se aprende" não é?

  • Desenhamos cursos orientados à filosofia organizacional do cliente ou fazemos um esforço adicional focando-nos na criação de um ambiente de aprendizagem mais eficaz para o participante?
  • Qual é a perspectiva que valoriza o papel do participante? E que garante a existência de uns "moços" especialistas em criar e gerir recursos de conhecimento?

Palavras-chave: e-learning

Escrito por Pedro Alves | 0 comentário(s)