Não posso deixar de pensar que tentar desenhar melhores abordagens pedagógicas é um caminho sinuoso. Ora então...
Cada vez mais me convenço mais de que não há formas erradas ou correctas de desenvolver conteúdos . Obviamente que existem "cursos" mais eficientes que outros, a questão é que a eficiência ou a sua percepção, pode ser medida de formas diferentes...
Não deixa de me entristecer o facto de podermos ter um conjunto de recursos de aprendizagem interactivos e focados no participante e a organização cliente "não estar para" empreendedorismos pedagógicos ou pura e simplesmente o que lhe faz sentido é disponibilizar cursos de auto-estudo... Afinal a ler é que se "ensina e se aprende" não é?
- Desenhamos cursos orientados à filosofia organizacional do cliente ou fazemos um esforço adicional focando-nos na criação de um ambiente de aprendizagem mais eficaz para o participante?
- Qual é a perspectiva que valoriza o papel do participante? E que garante a existência de uns "moços" especialistas em criar e gerir recursos de conhecimento?
Palavras-chave: e-learning



