Dentre todos os tipos de apresentações em PowerPoint ou Impress, as que têm como objetivo servir como materiais educacionais são as mais complexas de produzir. Tudo devido ao fato desse material acabar indo de encontro a algumas regras comuns de qualidade em apresentações. Tudo o problema é que esse material geralmente tem dois objetivos, que é o de servir como apoio para aula, e depois ainda os alunos ainda podem usar o material para estudar e relembrar os conteúdos. Esse é um grande desafio para qualquer designer instrucional e ainda mais para professores sem experiência no design de informações.
Vejamos os motivos que fazem esse tipo de apresentação ser tão difícil de executar, lembrando o que faz uma apresentação em PowerPoint ser considerada boa:
Esses não são os únicos fatores, mas com certeza podem determinar o sucesso de uma apresentação. Agora os desafios que um designer instrucional precisa vencer para elaborar esse tipo de material:
Como resolver esses problemas? A solução não é nada simples, mas passa pelo planejamento de materiais auxiliares, diferentes dos slides para que os alunos possam consultar depois. Alguns professores e designer instrucionais investem no uso das notas de apresentação, que podem ser inseridas de maneira automática para cada slide. Mas, esse tipo de texto não permite o uso de imagens auxiliares ou formatações complexas, deixando o material mais pobre.
Como você faz? Eu geralmente preparo a minha aula em dois formatos, um para a apresentação e outro para o apoio dos alunos depois das aulas.
Qual o grande problema na elaboração de qualquer iniciativa de educação a distância, sob a ótica dos professores? Na verdade são dois os problemas para os docentes envolvidos com EAD, que são respectivamente a metodologia e a produção de material. O primeiro problema pode ser resolvido com cursos e treinamentos, mas o segundo só com muito trabalho e pesquisa. Esse é o gargalo de várias instituições que usam EAD, a produção de material. Quando o prazo está quase se esgotando, a única solução é recorrer às empresas que produzem conteúdo para EAD.
Essa é uma solução que desagrada à maioria dos professores. Os docentes gostam de colocar um toque pessoal nas suas aulas, coisa que é impraticável com esses pacotes de conteúdo pronto. Como resolver esse tipo de coisa? Um ambiente pessoal de aprendizagem pode ajudar a solucionar esses problemas.
Antes de mais nada, o que é um ambiente pessoal de aprendizagem? Ele é um conjunto de ferramentas e recursos da internet, como Blogs, Fóruns, Wikis, redes sociais e outros sistemas que permitem ao usuário ou professor acompanhar pequenas atualizações diárias sobre a sua área de interesse. Tudo isso gira em torno do RSS, que é a ferramenta principal de acompanhamento de notícias e atualizações desses recursos.
Por exemplo, um professor que ministra aulas sobre administração e negócios, deve pesquisar por blogs de pessoas que escrevam artigos sobre seus respectivos assuntos, Wikis de empresas e principalmente ficar atento nos favoritos salvos em redes sociais como o del.icio.us. Com o tempo, esse mesmo professor pode ir armazenando links e artigos para usar nas suas aulas. O segredo e poder do ambiente pessoal de aprendizagem está no longo prazo.
Quando esse mesmo professor precisar montar uma aula a distância, usando apenas recursos existentes na internet, ele tem uma gama de links e artigos suficientes para compor as suas aulas. O seu único trabalho será elaborar os textos de orientação para seus alunos.
Todo professor que trabalha com sistemas informatizados de ensino, deveria se preocupar o quanto antes em montar o seu ambiente pessoal de aprendizagem, para agregar o máximo de links e recursos possível para as suas aulas. Os benefícios para a pesquisa científica também são evidentes, com mais opções para referenciar textos e artigos.
Como diz Friedman, no seu livro O Mundo é Plano, estamos hoje na era da globalização em que o indivíduo é a peça chave. Use a colaboração online a seu favor na educação, assim você estará ao mesmo tempo facilitando a sua vida e formando os seus alunos em um ambiente totalmente embasado em tecnologia.
Dentre todos os tipos de apresentações em PowerPoint ou Impress, as que têm como objetivo servir como materiais educacionais são as mais complexas de produzir. Tudo devido ao fato desse material acabar indo de encontro a algumas regras comuns de qualidade em apresentações. Tudo o problema é que esse material geralmente tem dois objetivos, que é o de servir como apoio para aula, e depois ainda os alunos ainda podem usar o material para estudar e relembrar os conteúdos. Esse é um grande desafio para qualquer designer instrucional e ainda mais para professores sem experiência no design de informações.
Vejamos os motivos que fazem esse tipo de apresentação ser tão difícil de executar, lembrando o que faz uma apresentação em PowerPoint ser considerada boa:
Esses não são os únicos fatores, mas com certeza podem determinar o sucesso de uma apresentação. Agora os desafios que um designer instrucional precisa vencer para elaborar esse tipo de material:
Como resolver esses problemas? A solução não é nada simples, mas passa pelo planejamento de materiais auxiliares, diferentes dos slides para que os alunos possam consultar depois. Alguns professores e designer instrucionais investem no uso das notas de apresentação, que podem ser inseridas de maneira automática para cada slide. Mas, esse tipo de texto não permite o uso de imagens auxiliares ou formatações complexas, deixando o material mais pobre.
Como você faz? Eu geralmente preparo a minha aula em dois formatos, um para a apresentação e outro para o apoio dos alunos depois das aulas.
Qual o grande problema na elaboração de qualquer iniciativa de educação a distância, sob a ótica dos professores? Na verdade são dois os problemas para os docentes envolvidos com EAD, que são respectivamente a metodologia e a produção de material. O primeiro problema pode ser resolvido com cursos e treinamentos, mas o segundo só com muito trabalho e pesquisa. Esse é o gargalo de várias instituições que usam EAD, a produção de material. Quando o prazo está quase se esgotando, a única solução é recorrer às empresas que produzem conteúdo para EAD.
Essa é uma solução que desagrada à maioria dos professores. Os docentes gostam de colocar um toque pessoal nas suas aulas, coisa que é impraticável com esses pacotes de conteúdo pronto. Como resolver esse tipo de coisa? Um ambiente pessoal de aprendizagem pode ajudar a solucionar esses problemas.
Antes de mais nada, o que é um ambiente pessoal de aprendizagem? Ele é um conjunto de ferramentas e recursos da internet, como Blogs, Fóruns, Wikis, redes sociais e outros sistemas que permitem ao usuário ou professor acompanhar pequenas atualizações diárias sobre a sua área de interesse. Tudo isso gira em torno do RSS, que é a ferramenta principal de acompanhamento de notícias e atualizações desses recursos.
Por exemplo, um professor que ministra aulas sobre administração e negócios, deve pesquisar por blogs de pessoas que escrevam artigos sobre seus respectivos assuntos, Wikis de empresas e principalmente ficar atento nos favoritos salvos em redes sociais como o del.icio.us. Com o tempo, esse mesmo professor pode ir armazenando links e artigos para usar nas suas aulas. O segredo e poder do ambiente pessoal de aprendizagem está no longo prazo.
Quando esse mesmo professor precisar montar uma aula a distância, usando apenas recursos existentes na internet, ele tem uma gama de links e artigos suficientes para compor as suas aulas. O seu único trabalho será elaborar os textos de orientação para seus alunos.
Todo professor que trabalha com sistemas informatizados de ensino, deveria se preocupar o quanto antes em montar o seu ambiente pessoal de aprendizagem, para agregar o máximo de links e recursos possível para as suas aulas. Os benefícios para a pesquisa científica também são evidentes, com mais opções para referenciar textos e artigos.
Como diz Friedman, no seu livro O Mundo é Plano, estamos hoje na era da globalização em que o indivíduo é a peça chave. Use a colaboração online a seu favor na educação, assim você estará ao mesmo tempo facilitando a sua vida e formando os seus alunos em um ambiente totalmente embasado em tecnologia.
Dentro das instituições de ensino brasileiras, ainda existe uma estigma de que ferramentas de código aberto e gratuitas como o Moodle, servem apenas para instituições que não tem recursos financeiros para comprar uma solução mais robusta. Nas apresentações que faço sobre educação a distância, sempre rebato essas afirmações com a utilização do Moodle em instituições de ensino com muito dinheiro, que escolheram o Moodle pelas suas qualidades técnicas e recursos disponíveis para aulas a distância. Se você se encontra nessa mesma situação, encontrei mais um ótimo artigo que mostra o quanto esse estigma sobre o Moodle é infundada.
A Universidade da Califórnia (UCLA), usa o Moodle. Sim, uma das universidades mais ricas dos EUA resolveu escolher soluções de código aberto para as suas aulas a distância. Nesse artigo a responsável pelo departamento de tecnologias para educação da UCLA é entrevistada, sobre a escolha do Moodle como plataforma de EAD.
Como o assunto é complexo, a entrevista foi realizada em duas partes. A segunda parte pode ser acessada aqui.
O texto da entrevista é longo, mas nele podemos perceber de maneira clara que a escolha do Moodle como sistema para EAD, não foi realizada ao acaso. Para chegar a essa conclusão o processo de seleção foi criterioso e demorado, sendo selecionados dois sistemas dentre oito “finalistas”. Os sistemas foram o Moodle e o Sakai, ambos já comentados e analisados em artigos aqui do Blog.
Para que o sistema pudesse ser considerado, um conjunto de requisitos técnicos e pedagógicos precisou ser avaliado e validado. Dentre esses requisitos estavam à participação da comunidade de desenvolvedores e a integridade do sistema.
No final eles acabaram escolhendo o Moodle, mas o Sakai não foi totalmente descartado, sendo utilizado para algumas tarefas relacionadas a educação com apoio tecnológico. Inclusive entrevistada, Ruth Sabean comenta que eles pretendem trabalhar na integração entre ambos os sistemas.
Leia a entrevista na íntegra para saber mais detalhes sobre a escolha da UCLA. Conheço outras intuições de ensino nacionais, que usam o Moodle e outras que ainda confiam as suas aulas a distância em sistemas LMS fechados, comercializados por empresas que supostamente prestam suporte tecnológico.
Espero que esse tipo de artigo possa mostrar como o Moodle pode ser uma opção viável, do ponto de vista tecnológico e pedagógico para aulas a distância e semipresenciais, para instituições de ensino de qualquer escala.
A segunda edição do CD Software Livre nas Escolas, uma iniciativa da DGIDC/ECRIE para disponibilizar software livre para professores e alunos, já está disponível para download. Este ano, a Sun Microsystems Portugal é a parceira desta iniciativa.
O Software presente no CD Software Livre nas Escolas é o seguinte: OpenOffice.org; Firefox; Thunderbird; Sunbird; Pidgin; KompoZer; Inkscape; GIMP; Blender; Audacity; VLC; ClamWin; InfraRecorder; Cobian Backup; PDF Creator; Java; NetBeans; Cmap Tools; Celestia; Geogebra; Jmol; Geonext; GanttProject; Modellus.
Para além das aplicações, estão também disponíveis para download os manuais do software e a capa e contracapa do CD.
Manuais
Download do CD e das capas
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There are some very interesting changes going on in the world of e-learning that seem to have crept up on practitioners.
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Good short article on characteristics of 2.0 collaboration
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A third of teachers struggle to use the technology schools are equipped with and want more support and training, the National Foundation for Educational Research (NFER) said today. NFER's first Teacher Voice Omnibus Survey (TVOS), which was completed b
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Growing Up Digital: How the Web Changes Work, Education, and the Ways People Learn
Nos cursos a distância existem várias opções para apresentar o conteúdo aos alunos, desde o clássico modelo de “monologo”, em que o professor apenas discursa ou coloca um texto explicando a teoria até os modelos mais “modernos” como a aprendizagem baseada em projetos ou problemas. Entre todas essas, uma das que mais aproveita o ambiente a distância assíncrono é a aprendizagem baseada na resolução de problemas, ou pela sigla em inglês PBL (Problem Based Learning). Sempre que posso, recomendo aos professores que ainda estão se adaptando aos ambientes virtuais de aprendizagem a converter as suas aulas tradicionais e no modelo monólogo, em formatos que apresentem problemas a resolver.
Ensinar com base na resolução de problemas tem muitas vantagens, a primeira e mais obvia é que fica impossível apresentar problemas para resolver sem contextualizar. Quem escolhe trabalhar com esse modelo é praticamente obrigado a contextualizar, assim o aprendizado fica claro para a maioria dos alunos. Outra vantagem do modelo é a preparação para o mercado de trabalho, como os problemas geralmente têm relação direta com o mercado de trabalho, alunos de cursos profissionalizantes e universitários se formam com uma boa base de aprendizado prático e teórico.
Para quem quiser saber um pouco mais sobre o histórico desse modelo de ensino, existe um excelente artigo falando sobre como ele surgiu e dando dicas sobre sua aplicação, você pode acessar o mesmo aqui.
O artigo define até alguns estágios para usar nesse tipo de aprendizado, que pode ser de grande auxílio para quem quiser implementar o modelo em suas aulas. Os estágios são os seguintes:
Essas fases podem ser aplicadas a praticamente qualquer tipo de ambiente e assunto, tudo vai depender do professor e do problema apresentado. No artigo indicado, eles até estipulam tempos para cada uma das fases, mas tudo vai depender do professor.
Se você nunca usou esse tipo de metodologia, ela é altamente recomendada! Já usei ela para cursos a distância e os resultados foram ótimos, os alunos conseguiram desenvolver um senso de independência fantástico.
Se você trabalha com educação, deve ter escutado ou lido sobre os famosos objetos de aprendizagem em algum lugar. Caso você não saiba sobre o que se trata, posso dizer com segurança que esse é um dos principais objetivos de qualquer pessoa que trabalhe com design instrucional. Em tempos de corte de cursos e retorno máximo sobre o investimento, a possibilidade de criar objetos que possam ser reaproveitados é tentadora, para a maioria das instituições de ensino e profissionais que trabalham com educação a distância. Infelizmente o conceito ainda é pouco explorado, sendo que professores e até gestores, de instituições de ensino ainda desconhecem o conceito.
Se você está na mesma situação, existe uma ótima apresentação em vídeo que fala sobre a essência dos objetos de aprendizagem. Para assistir a essa apresentação, visite esse link. O material está narrado em inglês, mas é de fácil entendimento.
O vídeo mostra o que são os objetos de aprendizagem e faz uma separação muito apropriada no início, eles separam imediatamente o que é objeto de aprendizagem de um material de consulta.
Outro ponto importante, eles listam as principais características de um objeto de aprendizagem que são:
O que pode ser considerado um objeto de aprendizagem? Na verdade qualquer coisa pode ser transformada em objeto de aprendizagem, desde um simples texto até vídeos e infográficos interativos. Tudo depende da pessoa que está elaborando e cuidando do projeto.
Pode parecer até algo confuso, pelo uso da palavra objeto pensamos que esse tipo de recurso é algo tangível, quando na verdade é um conceito abstrato. Tente perguntar a um professor ou aluno se ele já viu um objeto de aprendizagem? A variedade de interpretações será enorme!
Espero que com esse vídeo, o conceito tenha ficado mais claro. Qualquer pessoa que queira trabalhar de maneira séria com educação a distância ou treinamentos, de maneira eficiente tanto pedagogicamente e economicamente deve dominar o conceito de objetos de aprendizagem.
Agora, se prepare para organizar um inventário de objetos. Depois que começamos a trabalhar com esse tipo de recurso, temos uma infinidade de pequenas partes de treinamentos e aulas, para montar cursos novos.
É como ter vários capítulos de livros, que por si só funcionam de maneira independente. Esses mesmos capítulos podem ser combinados, para formar novos livros. Interessante não é?
A paciência e, sobretudo, a persistência devem estar sempre presentes no processo da aprendizagem. A definição destes estágios tem como objectivo enquadrar - no tempo e na quantidade de informações apreendidas - a angústia natural em não saber, o deslumbramento da descoberta, a desorientação perturbadora, o conhecimento adquirido e por fim o saber conquistado.»
O relatório “Grab your Future with an e-Portfolio” identifica as diferentes dimensões do papel de facilitador que o professor desempenha no processo de e-portefolios:
Qualquer iniciativa de educação a distância, seja com a implementação de ensino semipresencial ou cursos totalmente a distância, precisa passar obrigatoriamente por uma fase de treinamento. Em escalas e complexidades diferentes, os professores precisam aprender a usar o sistema LMS para atuar como autores de cursos e tutores, assim como os alunos devem aprender como é possível interagir com o sistema, participar das atividades e enviar as dúvidas para os alunos. Isso é praticamente um padrão, em qualquer curso a distância.
Quem está começando a oferecer esse tipo de iniciativa fica um pouco perdido com a complexidade do sistema o design de um curso assim. Muitos se perguntam; como treinar a equipe de professores e alunos?
Uma ótima saída para responder a esse tipo de pergunta é se basear em algum tipo de material pronto. Quem usa o Moodle, ainda tem uma desvantagem, que é a inexistência de livros ou apostilas fáceis sobre a utilização do sistema. Se você usa o Moodle, encontrei um ótimo curso de capacitação sobre o sistema produzido para alunos e professores da Universidade de Michigan.
O material é bem organizado e tem partes específicas para alunos e professores.
Eles começam com uma explanação sobre as funcionalidades básicas do Moodle, como a interface a outros atributos, depois passam para o detalhamento de cada uma das atividades propostas como fóruns, tarefas e questionários.
Veja alguns dos itens abordados pelo material:
Um ponto interessante sobre o guia, eles deixam bem claro que a responsabilidade pela qualidade do material publicado nas disciplinas é do professor. Por exemplo, um professor que selecione um vídeo do YouTube, precisa conferir cuidadosamente a qualidade do conteúdo. A universidade não se responsabiliza pela seleção de vídeos ou textos com conteúdo impróprio.
Isso mostra como é importante a participação dos professores na seleção e construção das aulas a distância. Muitos professores ainda têm a impressão que o departamento de EAD das faculdades ou instituições, deve ficar responsáveis para criação e design das aulas. Isso até pode acontecer, quando o roteiro e conteúdos estão prontos, mas o ideal mesmo é que o professor fique responsável.
Além de servir como guia para iniciativas semelhantes, esse tipo de material mostra que o Moodle está ganhando adeptos em Universidades americanas. Até pouco tempo atrás, esse mercado era dominado pelo Blackboard, ficando o Moodle com as Universidades da Europa. Parece que as coisas estão mudando.
Inclusive ainda essa semana, devo publicar um artigo que fala exatamente sobre essa perda de mercado por parte do Blackboard.
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