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Desafios para criar uma apresentação instrucional no PowerPointColaborativo.org

Dentre todos os tipos de apresentações em PowerPoint ou Impress, as que têm como objetivo servir como materiais educacionais são as mais complexas de produzir. Tudo devido ao fato desse material acabar indo de encontro a algumas regras comuns de qualidade em apresentações. Tudo o problema é que esse material geralmente tem dois objetivos, que é o de servir como apoio para aula, e depois ainda os alunos ainda podem usar o material para estudar e relembrar os conteúdos. Esse é um grande desafio para qualquer designer instrucional e ainda mais para professores sem experiência no design de informações.

Apresentação PowerPoint - UA Online, Ambev

Vejamos os motivos que fazem esse tipo de apresentação ser tão difícil de executar, lembrando o que faz uma apresentação em PowerPoint ser considerada boa:

  • Slides com pouco texto
  • Textos existentes nos slides com fontes de tamanho generoso
  • Apresentação oral objetiva
  • Linguagem visual que esteja de acordo com o tema e público alvo da aula

Esses não são os únicos fatores, mas com certeza podem determinar o sucesso de uma apresentação. Agora os desafios que um designer instrucional precisa vencer para elaborar esse tipo de material:

  • Pouco texto nos slides implica em informações resumidas. Isso impossibilita o uso dos slides como ferramenta de apoio para os alunos.
  • Quando aumentamos o tamanho da fonte, inevitavelmente a quantidade de informações disponíveis nos slides diminui. Com isso recaímos no mesmo problema citado no tópico anterior.
  • A apresentação oral é o foco de tudo! Com uma grande quantidade de informações no slide o apresentador fica tentado a ler os conteúdos, o que confere descrédito para a apresentação.
  • Todos os problemas relacionados à inserção de conteúdos deixam o processo de design dos slides ainda mais difícil.

Como resolver esses problemas? A solução não é nada simples, mas passa pelo planejamento de materiais auxiliares, diferentes dos slides para que os alunos possam consultar depois. Alguns professores e designer instrucionais investem no uso das notas de apresentação, que podem ser inseridas de maneira automática para cada slide. Mas, esse tipo de texto não permite o uso de imagens auxiliares ou formatações complexas, deixando o material mais pobre.

Como você faz? Eu geralmente preparo a minha aula em dois formatos, um para a apresentação e outro para o apoio dos alunos depois das aulas.

Importância do Ambiente pessoal de aprendizagem para o EADColaborativo.org

Qual o grande problema na elaboração de qualquer iniciativa de educação a distância, sob a ótica dos professores? Na verdade são dois os problemas para os docentes envolvidos com EAD, que são respectivamente a metodologia e a produção de material. O primeiro problema pode ser resolvido com cursos e treinamentos, mas o segundo só com muito trabalho e pesquisa. Esse é o gargalo de várias instituições que usam EAD, a produção de material. Quando o prazo está quase se esgotando, a única solução é recorrer às empresas que produzem conteúdo para EAD.

Essa é uma solução que desagrada à maioria dos professores. Os docentes gostam de colocar um toque pessoal nas suas aulas, coisa que é impraticável com esses pacotes de conteúdo pronto. Como resolver esse tipo de coisa? Um ambiente pessoal de aprendizagem pode ajudar a solucionar esses problemas.

Studying (cram time)

Antes de mais nada, o que é um ambiente pessoal de aprendizagem? Ele é um conjunto de ferramentas e recursos da internet, como Blogs, Fóruns, Wikis, redes sociais e outros sistemas que permitem ao usuário ou professor acompanhar pequenas atualizações diárias sobre a sua área de interesse. Tudo isso gira em torno do RSS, que é a ferramenta principal de acompanhamento de notícias e atualizações desses recursos.

Por exemplo, um professor que ministra aulas sobre administração e negócios, deve pesquisar por blogs de pessoas que escrevam artigos sobre seus respectivos assuntos, Wikis de empresas e principalmente ficar atento nos favoritos salvos em redes sociais como o del.icio.us. Com o tempo, esse mesmo professor pode ir armazenando links e artigos para usar nas suas aulas. O segredo e poder do ambiente pessoal de aprendizagem está no longo prazo.

Quando esse mesmo professor precisar montar uma aula a distância, usando apenas recursos existentes na internet, ele tem uma gama de links e artigos suficientes para compor as suas aulas. O seu único trabalho será elaborar os textos de orientação para seus alunos.

Todo professor que trabalha com sistemas informatizados de ensino, deveria se preocupar o quanto antes em montar o seu ambiente pessoal de aprendizagem, para agregar o máximo de links e recursos possível para as suas aulas. Os benefícios para a pesquisa científica também são evidentes, com mais opções para referenciar textos e artigos.

Como diz Friedman, no seu livro O Mundo é Plano, estamos hoje na era da globalização em que o indivíduo é a peça chave. Use a colaboração online a seu favor na educação, assim você estará ao mesmo tempo facilitando a sua vida e formando os seus alunos em um ambiente totalmente embasado em tecnologia.

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Desafios para criar uma apresentação instrucional no PowerPointColaborativo.org

Dentre todos os tipos de apresentações em PowerPoint ou Impress, as que têm como objetivo servir como materiais educacionais são as mais complexas de produzir. Tudo devido ao fato desse material acabar indo de encontro a algumas regras comuns de qualidade em apresentações. Tudo o problema é que esse material geralmente tem dois objetivos, que é o de servir como apoio para aula, e depois ainda os alunos ainda podem usar o material para estudar e relembrar os conteúdos. Esse é um grande desafio para qualquer designer instrucional e ainda mais para professores sem experiência no design de informações.

Apresentação PowerPoint - UA Online, Ambev

Vejamos os motivos que fazem esse tipo de apresentação ser tão difícil de executar, lembrando o que faz uma apresentação em PowerPoint ser considerada boa:

  • Slides com pouco texto
  • Textos existentes nos slides com fontes de tamanho generoso
  • Apresentação oral objetiva
  • Linguagem visual que esteja de acordo com o tema e público alvo da aula

Esses não são os únicos fatores, mas com certeza podem determinar o sucesso de uma apresentação. Agora os desafios que um designer instrucional precisa vencer para elaborar esse tipo de material:

  • Pouco texto nos slides implica em informações resumidas. Isso impossibilita o uso dos slides como ferramenta de apoio para os alunos.
  • Quando aumentamos o tamanho da fonte, inevitavelmente a quantidade de informações disponíveis nos slides diminui. Com isso recaímos no mesmo problema citado no tópico anterior.
  • A apresentação oral é o foco de tudo! Com uma grande quantidade de informações no slide o apresentador fica tentado a ler os conteúdos, o que confere descrédito para a apresentação.
  • Todos os problemas relacionados à inserção de conteúdos deixam o processo de design dos slides ainda mais difícil.

Como resolver esses problemas? A solução não é nada simples, mas passa pelo planejamento de materiais auxiliares, diferentes dos slides para que os alunos possam consultar depois. Alguns professores e designer instrucionais investem no uso das notas de apresentação, que podem ser inseridas de maneira automática para cada slide. Mas, esse tipo de texto não permite o uso de imagens auxiliares ou formatações complexas, deixando o material mais pobre.

Como você faz? Eu geralmente preparo a minha aula em dois formatos, um para a apresentação e outro para o apoio dos alunos depois das aulas.

Importância do Ambiente pessoal de aprendizagem para o EADColaborativo.org

Qual o grande problema na elaboração de qualquer iniciativa de educação a distância, sob a ótica dos professores? Na verdade são dois os problemas para os docentes envolvidos com EAD, que são respectivamente a metodologia e a produção de material. O primeiro problema pode ser resolvido com cursos e treinamentos, mas o segundo só com muito trabalho e pesquisa. Esse é o gargalo de várias instituições que usam EAD, a produção de material. Quando o prazo está quase se esgotando, a única solução é recorrer às empresas que produzem conteúdo para EAD.

Essa é uma solução que desagrada à maioria dos professores. Os docentes gostam de colocar um toque pessoal nas suas aulas, coisa que é impraticável com esses pacotes de conteúdo pronto. Como resolver esse tipo de coisa? Um ambiente pessoal de aprendizagem pode ajudar a solucionar esses problemas.

Studying (cram time)

Antes de mais nada, o que é um ambiente pessoal de aprendizagem? Ele é um conjunto de ferramentas e recursos da internet, como Blogs, Fóruns, Wikis, redes sociais e outros sistemas que permitem ao usuário ou professor acompanhar pequenas atualizações diárias sobre a sua área de interesse. Tudo isso gira em torno do RSS, que é a ferramenta principal de acompanhamento de notícias e atualizações desses recursos.

Por exemplo, um professor que ministra aulas sobre administração e negócios, deve pesquisar por blogs de pessoas que escrevam artigos sobre seus respectivos assuntos, Wikis de empresas e principalmente ficar atento nos favoritos salvos em redes sociais como o del.icio.us. Com o tempo, esse mesmo professor pode ir armazenando links e artigos para usar nas suas aulas. O segredo e poder do ambiente pessoal de aprendizagem está no longo prazo.

Quando esse mesmo professor precisar montar uma aula a distância, usando apenas recursos existentes na internet, ele tem uma gama de links e artigos suficientes para compor as suas aulas. O seu único trabalho será elaborar os textos de orientação para seus alunos.

Todo professor que trabalha com sistemas informatizados de ensino, deveria se preocupar o quanto antes em montar o seu ambiente pessoal de aprendizagem, para agregar o máximo de links e recursos possível para as suas aulas. Os benefícios para a pesquisa científica também são evidentes, com mais opções para referenciar textos e artigos.

Como diz Friedman, no seu livro O Mundo é Plano, estamos hoje na era da globalização em que o indivíduo é a peça chave. Use a colaboração online a seu favor na educação, assim você estará ao mesmo tempo facilitando a sua vida e formando os seus alunos em um ambiente totalmente embasado em tecnologia.

Não é só por economia que as instituições de ensino escolhem o MoodleColaborativo.org

Dentro das instituições de ensino brasileiras, ainda existe uma estigma de que ferramentas de código aberto e gratuitas como o Moodle, servem apenas para instituições que não tem recursos financeiros para comprar uma solução mais robusta. Nas apresentações que faço sobre educação a distância, sempre rebato essas afirmações com a utilização do Moodle em instituições de ensino com muito dinheiro, que escolheram o Moodle pelas suas qualidades técnicas e recursos disponíveis para aulas a distância. Se você se encontra nessa mesma situação, encontrei mais um ótimo artigo que mostra o quanto esse estigma sobre o Moodle é infundada.

A Universidade da Califórnia (UCLA), usa o Moodle. Sim, uma das universidades mais ricas dos EUA resolveu escolher soluções de código aberto para as suas aulas a distância. Nesse artigo a responsável pelo departamento de tecnologias para educação da UCLA é entrevistada, sobre a escolha do Moodle como plataforma de EAD.

Como o assunto é complexo, a entrevista foi realizada em duas partes. A segunda parte pode ser acessada aqui.

Powell Library, UCLA

O texto da entrevista é longo, mas nele podemos perceber de maneira clara que a escolha do Moodle como sistema para EAD, não foi realizada ao acaso. Para chegar a essa conclusão o processo de seleção foi criterioso e demorado, sendo selecionados dois sistemas dentre oito “finalistas”. Os sistemas foram o Moodle e o Sakai, ambos já comentados e analisados em artigos aqui do Blog.

Para que o sistema pudesse ser considerado, um conjunto de requisitos técnicos e pedagógicos precisou ser avaliado e validado. Dentre esses requisitos estavam à participação da comunidade de desenvolvedores e a integridade do sistema.

No final eles acabaram escolhendo o Moodle, mas o Sakai não foi totalmente descartado, sendo utilizado para algumas tarefas relacionadas a educação com apoio tecnológico. Inclusive entrevistada, Ruth Sabean comenta que eles pretendem trabalhar na integração entre ambos os sistemas.

Leia a entrevista na íntegra para saber mais detalhes sobre a escolha da UCLA. Conheço outras intuições de ensino nacionais, que usam o Moodle e outras que ainda confiam as suas aulas a distância em sistemas LMS fechados, comercializados por empresas que supostamente prestam suporte tecnológico.

Espero que esse tipo de artigo possa mostrar como o Moodle pode ser uma opção viável, do ponto de vista tecnológico e pedagógico para aulas a distância e semipresenciais, para instituições de ensino de qualquer escala.

DGIDC/ECRIE disponibiliza a segunda edição do CD Software Livre nas EscolasPROGRAMAS LIVRES

A segunda edição do CD Software Livre nas Escolas, uma iniciativa da DGIDC/ECRIE para disponibilizar software livre para professores e alunos, já está disponível para download. Este ano, a Sun Microsystems Portugal é a parceira desta iniciativa.

O Software presente no CD Software Livre nas Escolas é o seguinte: OpenOffice.org; Firefox; Thunderbird; Sunbird; Pidgin; KompoZer; Inkscape; GIMP; Blender; Audacity; VLC; ClamWin; InfraRecorder; Cobian Backup; PDF Creator; Java; NetBeans; Cmap Tools; Celestia; Geogebra; Jmol; Geonext; GanttProject; Modellus.

Para além das aplicações, estão também disponíveis para download os manuais do software e a capa e contracapa do CD.

Seta Manuais
Seta Download do CD e das capas

100 eLearning Articles and White PaperseLearning Technology

My collection of eLearning Articles, White Papers, Blog Posts, etc. just reached 100. Thought I'd share. No particular order to these.

1. Creating Passionate Users: Crash course in learning theory

2. Keeping Up with the Pace of Change

Informal learning will help employees survive in the future workplace

3. Understanding E-Learning 2.0

There are some very interesting changes going on in the world of e-learning that seem to have crept up on practitioners.

4. eLearn magazine: Feature Article

Ten Web 2.0 Things You Can Do in Ten Minutes to Be a More Successful E-learning Professional By Stephen Downes, National Research Council Canada

5. 2007 Training Industry Report Summary

This report covers stats on the industry's trends and growth over the last year and will appear in the upcoming Training magazine edition.

6. Web 2.0: A New Wave of Innovation for Teaching and Learning? (EDUCAUSE Review) | EDUCAUSE CONNECT

7. eLearn: Opinions

Good short article on characteristics of 2.0 collaboration

8. e-learning 2.0 Infiltrates the Classroom - ReadWriteWeb

9. Technology Integration Matrix

Together, the five levels of technology integration and the five characteristics of meaningful learning environments create a matrix of 25 cells as illustrated below. Each cell is supported with video examples.

10. Web 2.0 Is the Future of Education (Techlearning blog)

11. eLearn: Case Studies - The Reluctant Online Professor

12. Seven Tips for Making the Most of Your RSS Reader

13. Managing the Complexity of Forming an Online Networking Community:

14. Innovate: Moving from Theory to Real-World Experiences in an e-Learning Community

15. Building community in an online learning environment: communication, cooperation and collaboration

16. Storyboards & eLearning (Pt. 1) " EduTech gEEks...We're a new brEEd

Still new on campus, social software tools can support students and staff beyond the classroom, reaching around the world for learning and communication

17. We Learning, Part II

Second part of an interesting article - We Learning: Social Software and E-Learning, Part II.

18. E-Performance Essentials: ELearning and Social Software

An interesting article - Early e-learning traded technology for human interaction. Now, the personal element is being added<sep/>

19. eLearn: In Depth Tutorials - Designing and Developing E-learning Projects: A Three-Tiered Approach

20. Clive on Learning: In-house, out-house, that old question

21. Newbie's guide to Twitter | Webware : Cool Web apps for everyone

22. Ten Excellent Online Apps For the Innovative Teacher

23. Mzinga : White Paper Series : eLearning 2.0 & Communities 2.0

24. Learning Networks and Connective Knowledge

25. The Bamboo Project Blog: My Personal Learning Environment

An example of a PLE

26. Project Management and E-Learning: MORE is Worse

27. Horizon Report 2008

The annual Horizon Report seeks to identify and describe emerging technologies likely to have a large impact on teaching, learning, or creative expression within learning-focused organizations.

28. Beyond Text: using your voice online

29. The Technology Source Archives - Seven Principles of Effective Teaching: A Practical Lens for Evaluating Online Courses

30. The New Learning Landscape - Using Wiki in Education -

How do students learn in a world where traditional assessments of intelligence are radically changing, abundant knowledge is more readily available, and learning community is more important than ever? By Stewart Mader

31. A third of teachers 'struggle with technology' | E-learning | EducationGuardian.co.uk

A third of teachers struggle to use the technology schools are equipped with and want more support and training, the National Foundation for Educational Research (NFER) said today. NFER's first Teacher Voice Omnibus Survey (TVOS), which was completed b

32. KnowledgeWorks - Map of Future Forces Affecting Education - Education Map

interactive map about future forces of education

33. eLearning Reviews: research on elearning

Provides those interested in research on elearning with concise and thoughtful reviews of relevant publications.

34. How Students Develop Online Learning Skills (EDUCAUSE Quarterly) | EDUCAUSE CONNECT

35. Steve Hargadon: Web 2.0 Is the Future of Education

36. eLearn: Feature Article

E-learning 2.0

37. eLearn: Best Practices - What do you mean when you say usability?

38. Minds on Fire: Open Education, the Long Tail, and Learning 2.0

39. Mental Model Musings

40. eLearn: In Depth TutorialsDesigning Usable, Self-Paced e-Learning Courses: A Practical Guide

41. The Ultimate Student Resource List - Lifehack.org

42. Instructional design - Wikipedia, the free encyclopedia

43. Podcast on Social Networking in Project-Based Learning | Beyond School

44. games2train.com: Marc Prensky - Twitch Speed

45. Learning and Networking with a Blog (Deleted Scenes) : eLearning Technology

46. Minds on Fire: Open Education, the Long Tail, and Learning 2.0 (EDUCAUSE Review) | EDUCAUSE CONNECT

47. Instructables - The World's Biggest DIY & How To Show & Tell

48. Really Fast Storyboarding for E-Learning Projects - DSA Learning & Performance Tips Newsletter

49. Creating Scripts and Storyboards for e-Learning

50. Infinite Thinking Machine

51. 10 Universities Offering Free Writing Courses Online -- Education-Portal.com

52. Innovate: Uses and Potentials of Wikis in the Classroom

53. Online Schooling Grows, Setting Off a Debate

54. Back to School with the Class of Web 2.0: Part 1

55. Project Based Learning Checklists

56. Just-in-time vs. Just-in-case learning

57. Knowing Knowledge: Home

Knowledge is changing. It develops faster, it changes more quickly, and it is more central to organizational success than in any other time in history. Our schools, universities, corporations, and non-profit organizations, need to adapt. We need to chang

58. Elgg, Drupal, and Moodle -- the components of an online learning environment | FunnyMonkey - Tools for Teachers

59. E-Learning & Web 2.0

60. Bloom's Taxonomy

61. e-learning 2.0: All You Need To Know - ReadWriteWeb

62. The Art of Building Virtual Communities (Techlearning blog)

63. Personal Learning Environments Wiki - JITT

64. The Wales-Wide Web | Personal Learning Environments

65. Innovate: Collecting, Organizing, and Managing Resources for Teaching Educational Games the Wiki Way

66. What Steve Jobs Can Teach You About Designing E-Learning - The Rapid eLearning Blog

67. The Social Affordances of the Internet for Networked Individualism

68. Gagne's Nine Events of Instruction: An Introduction

Just as Malcolm Knowles is widely regarded as the father of adult learning theory, Robert Gagne is considered to be the foremost researcher and contributor to the systematic approach to instructional design and training. Gagne and his followers are known

69. 10 Signs of Intelligent Life at YouTube (Smart Video Collections) | Open Culture

70. 10 Ways to Make Your iPod a Better Learning Gadget | Open Culture

71. Critical Thinking in an Online World

72. The Bazaar - Bazaar project " Personal Learning Environments

73. Podcasting and education - White Paper

74. A Big List of Sites That Teach You How To Do Stuff

75. Inside Outside, Upside Downside Strategies for Connecting Online and Face-to-Face Instruction in Hybrid Courses

76. How to take a course at MIT free -- at home

77. Online Copywriting 101: The Ultimate Cheat Sheet — Part 2

78. The Future of Learning Institutions in a Digital Age " I. Overview

79. · e-Learning and the ADDIE Model

For best results, the development process for CD-ROM or Web-based training programs should use a modified ADDIE model, which borrows from the most valuable aspects of the systemic approach. Specifically, a rapid prototype phase is inserted after, or as an

80. The Top Web-Based Education Resources

81. Google Scholar - a new way of navigating through scholarly materials

82. The Self-Directed Student Toolbox: 100 Web Resources for Lifelong Learners | OEDb

83. Collaborative Learning Using Web 2.0 Tools - A Summary : eLearning Technology

84. Theories and models of and for online learning

85. The newsletter for the Association for Learning Technology: Using a Virtual Learning Environment to motivate learners

86. Generation M: Media in the Lives of 8-18 Year-olds - Kaiser Family Foundation

87. How Adults Learn :: Ageless Learner

88. eLearning & Deliberative Moments: The present and future of Personal Learning Environments (PLE)

This post is recast from an assignment I completed about four months ago in a Masters Degree course entitled Innovative Practice and Emerging ICT, in which I investigated what PLEs are meant to be and where they might be going. It was originally part of a

89. CREST+ Model: Writing Effective Online Discussion Questions

90. 10 Damaging E-learning Myths (elearningpost)

These myths seem to be spreading at an infectious pace. This list gives us an opportunity to look again at the assumptions and beliefs that have come to define our dealings with customers.

91. Reflective Learning Future Thinking (pdf Object)

This paper summarises the results of the Reflective Learning, Future Thinking research seminar jointly held by ALT, SURF and ILTA at Trinity College Dublin. At this seminar 50 leading researchers from three nations came together to share thoughts about th

92. Confronting the Challenges of Participatory Culture: Media Education for the 21st Century

93. Social software: E-learning beyond learning management systems

94. eLearn: Case Studies - The Reluctant Online Professor

95. Color Theory for web designers - Colors on the Web - color combination, color wheel, color schemes

96. Ten Web 2.0 things you can do in ten minutes to be a more successful e-learning professional

97. Learning Networks and Connective Knowledge

98. John Seely Brown: Growing Up Digital

Growing Up Digital: How the Web Changes Work, Education, and the Ways People Learn

99. Futurelab - Research - Publications - Social software and learning

100. Assessing Learning Management Systems

Aprendizagem baseada na resolução de problemasColaborativo.org

Nos cursos a distância existem várias opções para apresentar o conteúdo aos alunos, desde o clássico modelo de “monologo”, em que o professor apenas discursa ou coloca um texto explicando a teoria até os modelos mais “modernos” como a aprendizagem baseada em projetos ou problemas. Entre todas essas, uma das que mais aproveita o ambiente a distância assíncrono é a aprendizagem baseada na resolução de problemas, ou pela sigla em inglês PBL (Problem Based Learning). Sempre que posso, recomendo aos professores que ainda estão se adaptando aos ambientes virtuais de aprendizagem a converter as suas aulas tradicionais e no modelo monólogo, em formatos que apresentem problemas a resolver.

Ensinar com base na resolução de problemas tem muitas vantagens, a primeira e mais obvia é que fica impossível apresentar problemas para resolver sem contextualizar. Quem escolhe trabalhar com esse modelo é praticamente obrigado a contextualizar, assim o aprendizado fica claro para a maioria dos alunos. Outra vantagem do modelo é a preparação para o mercado de trabalho, como os problemas geralmente têm relação direta com o mercado de trabalho, alunos de cursos profissionalizantes e universitários se formam com uma boa base de aprendizado prático e teórico.

Microsoft Research TechFest 2007

Para quem quiser saber um pouco mais sobre o histórico desse modelo de ensino, existe um excelente artigo falando sobre como ele surgiu e dando dicas sobre sua aplicação, você pode acessar o mesmo aqui.

O artigo define até alguns estágios para usar nesse tipo de aprendizado, que pode ser de grande auxílio para quem quiser implementar o modelo em suas aulas. Os estágios são os seguintes:

  1. Definição: Apresente o problema com o máximo de detalhes aos alunos, para que eles possam entender o que deve ser resolvido.
  2. Análise: Com o problema apresentado agora é hora de analisar os fatos e fazer o famoso brainstorm.
  3. Pesquisa contextual: A análise do problema deve ter gerado demandas ou assuntos a pesquisar, para poder chegar à solução. Essa fase envolve pesquisa com os alunos, sobre documentos e textos sobre os tópicos abordados. Aqui eles realmente precisam aprender sobre os assuntos pesquisados.
  4. Pesquisa da solução: Agora que o material de pesquisa está selecionado, os alunos podem reunir as informações da maneira necessária para resolver o problema.
  5. Síntese: Pronto, na última fase eles podem apresentar a solução para o problema.

Essas fases podem ser aplicadas a praticamente qualquer tipo de ambiente e assunto, tudo vai depender do professor e do problema apresentado. No artigo indicado, eles até estipulam tempos para cada uma das fases, mas tudo vai depender do professor.

Se você nunca usou esse tipo de metodologia, ela é altamente recomendada! Já usei ela para cursos a distância e os resultados foram ótimos, os alunos conseguiram desenvolver um senso de independência fantástico.

Apresentação sobre objetos de aprendizagemColaborativo.org

Se você trabalha com educação, deve ter escutado ou lido sobre os famosos objetos de aprendizagem em algum lugar. Caso você não saiba sobre o que se trata, posso dizer com segurança que esse é um dos principais objetivos de qualquer pessoa que trabalhe com design instrucional. Em tempos de corte de cursos e retorno máximo sobre o investimento, a possibilidade de criar objetos que possam ser reaproveitados é tentadora, para a maioria das instituições de ensino e profissionais que trabalham com educação a distância. Infelizmente o conceito ainda é pouco explorado, sendo que professores e até gestores, de instituições de ensino ainda desconhecem o conceito.

Se você está na mesma situação, existe uma ótima apresentação em vídeo que fala sobre a essência dos objetos de aprendizagem. Para assistir a essa apresentação, visite esse link. O material está narrado em inglês, mas é de fácil entendimento.

O vídeo mostra o que são os objetos de aprendizagem e faz uma separação muito apropriada no início, eles separam imediatamente o que é objeto de aprendizagem de um material de consulta.

Outro ponto importante, eles listam as principais características de um objeto de aprendizagem que são:

  • Possibilidade de ser reutilizado: Essa é a chave para o sucesso! Já pensou montar um curso, só com objetos de aprendizagem? Seria como criar um quebra-cabeça com peças de lego, que podem criar várias formas, sendo que é possível aproveitar as peças menores em qualquer um dos formatos.
  • Funcionar como um objeto de aprendizagem independente: Um objeto de aprendizagem pode funcionar em conjunto com outros objetos ou de forma isolada.

O que pode ser considerado um objeto de aprendizagem? Na verdade qualquer coisa pode ser transformada em objeto de aprendizagem, desde um simples texto até vídeos e infográficos interativos. Tudo depende da pessoa que está elaborando e cuidando do projeto.

Pode parecer até algo confuso, pelo uso da palavra objeto pensamos que esse tipo de recurso é algo tangível, quando na verdade é um conceito abstrato. Tente perguntar a um professor ou aluno se ele já viu um objeto de aprendizagem? A variedade de interpretações será enorme!

Espero que com esse vídeo, o conceito tenha ficado mais claro. Qualquer pessoa que queira trabalhar de maneira séria com educação a distância ou treinamentos, de maneira eficiente tanto pedagogicamente e economicamente deve dominar o conceito de objetos de aprendizagem.

Agora, se prepare para organizar um inventário de objetos. Depois que começamos a trabalhar com esse tipo de recurso, temos uma infinidade de pequenas partes de treinamentos e aulas, para montar cursos novos.

É como ter vários capítulos de livros, que por si só funcionam de maneira independente. Esses mesmos capítulos podem ser combinados, para formar novos livros. Interessante não é?

Aprendendo a AprenderO Processo RVCC/Centros Novas Oportunidades

Cinco etapas a pensar que descobri aqui
  • «Ignora. Neste estágio encontramo-nos no estágio da ignorância. Não sabemos o que não sabemos. Uma frase atribuída ao filósofo Sócrates retrata bem esta fase: “Só sei que nada sei”. É comum que nesta fase haja uma (natural) ansiedade pela informação.
  • A par. Este estágio é importante pois sabemos o quanto não sabemos. Podemos até enumerar e listar os itens do que queremos conhecer, pois agora estamos a par (cientes) do universo de informações existentes sobre um determinado assunto. Despertamos intimamente o tamanho dos nossos objectivos: aquilo que podemos aprender.
  • Confusão. Neste momento já sabemos o que podemos aprender. No entanto, como (normalmente) temos uma quantidade enorme de assuntos para desvendar, iniciamos o estágio da confusão. O que aprender primeiro? Como definir o que é mais importante? Para que lado devo seguir? Devo ser um especialista ou um generalista? Tenho pouco tempo, devo me dedicar a que assunto? É neste estágio que geralmente inicia-se a fase da auto-sabotagem. Diante deste turbilhão de perguntas, causado pela confusão, a fase de auto-sabotagem é uma tendência inevitável seguida das seguintes frases: “Isso não é pra mim”; “Não vai dar certo”; “Está muito difícil aprender”; etc.
  • Conhecimento. Sem enveredar pelo campo (e definição) da filosofia, podemos definir o conhecimento como a relação que é estabelecida entre o sujeito que conhece ou deseja conhecer e o objecto a ser conhecido ou que se dá a conhecer. Uma definição interessante que encontrei no Wiki sobre conhecimento diz que: “O conhecimento distingue-se da mera informação porque está associado a uma intencionalidade”. É neste estágio que estão presentes a apreensão de qualquer “coisa” por meio do pensamento; e a capacidade de tornar presente ao pensamento “aquilo” que se apreendeu.
  • Sabedoria. Neste último estágio vamos recorrer sim a definição associada a filosofia. Segundo os gregos sabedoria (sophia) define o saber como conhecimento simultaneamente teórico e prático. E neste nível de conhecimento (as vezes inconsciente), quando detemos de sabedoria sobre algo, não sabemos mais o quanto sabemos. Ainda que o tempo passe, vamos ter o completo domínio sobre aquele assunto.

A paciência e, sobretudo, a persistência devem estar sempre presentes no processo da aprendizagem. A definição destes estágios tem como objectivo enquadrar - no tempo e na quantidade de informações apreendidas - a angústia natural em não saber, o deslumbramento da descoberta, a desorientação perturbadora, o conhecimento adquirido e por fim o saber conquistado.»

O papel do professor no ensino com ePortefóliosBlog da Formação


O relatório “Grab your Future with an e-Portfolio” identifica as diferentes dimensões do papel de facilitador que o professor desempenha no processo de e-portefolios:

Guia de utilização do Moodle para alunos e professoresColaborativo.org

Qualquer iniciativa de educação a distância, seja com a implementação de ensino semipresencial ou cursos totalmente a distância, precisa passar obrigatoriamente por uma fase de treinamento. Em escalas e complexidades diferentes, os professores precisam aprender a usar o sistema LMS para atuar como autores de cursos e tutores, assim como os alunos devem aprender como é possível interagir com o sistema, participar das atividades e enviar as dúvidas para os alunos. Isso é praticamente um padrão, em qualquer curso a distância.

Quem está começando a oferecer esse tipo de iniciativa fica um pouco perdido com a complexidade do sistema o design de um curso assim. Muitos se perguntam; como treinar a equipe de professores e alunos?

Uma ótima saída para responder a esse tipo de pergunta é se basear em algum tipo de material pronto. Quem usa o Moodle, ainda tem uma desvantagem, que é a inexistência de livros ou apostilas fáceis sobre a utilização do sistema. Se você usa o Moodle, encontrei um ótimo curso de capacitação sobre o sistema produzido para alunos e professores da Universidade de Michigan.

O material é bem organizado e tem partes específicas para alunos e professores.

Guia do Moodle

Eles começam com uma explanação sobre as funcionalidades básicas do Moodle, como a interface a outros atributos, depois passam para o detalhamento de cada uma das atividades propostas como fóruns, tarefas e questionários.

Veja alguns dos itens abordados pelo material:

  • Como criar uma conta no Moodle?
  • Gerenciamento do sistema
  • Participantes
  • Orientações para professores
  • Primeiros passos na criação de uma aula
  • Ferramentas de comunicação
  • Blocos
  • Recursos
  • Atividades
  • Integração de outras ferramentas com o Moodle (Vídeo, Blogs e outros…)

Um ponto interessante sobre o guia, eles deixam bem claro que a responsabilidade pela qualidade do material publicado nas disciplinas é do professor. Por exemplo, um professor que selecione um vídeo do YouTube, precisa conferir cuidadosamente a qualidade do conteúdo. A universidade não se responsabiliza pela seleção de vídeos ou textos com conteúdo impróprio.

Isso mostra como é importante a participação dos professores na seleção e construção das aulas a distância. Muitos professores ainda têm a impressão que o departamento de EAD das faculdades ou instituições, deve ficar responsáveis para criação e design das aulas. Isso até pode acontecer, quando o roteiro e conteúdos estão prontos, mas o ideal mesmo é que o professor fique responsável.

Além de servir como guia para iniciativas semelhantes, esse tipo de material mostra que o Moodle está ganhando adeptos em Universidades americanas. Até pouco tempo atrás, esse mercado era dominado pelo Blackboard, ficando o Moodle com as Universidades da Europa. Parece que as coisas estão mudando.

Inclusive ainda essa semana, devo publicar um artigo que fala exatamente sobre essa perda de mercado por parte do Blackboard.

Weblog

http://voicethread.com/

Group conversations around images, docs and videos

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http://www.voki.com/

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http://www.studeous.com/index.cfm

Connect Your Classroom

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http://kuler.adobe.com/

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http://www.jingproject.com/

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Escrito por Paulo Simões | 0 comentário(s)