With the increasing use of technology in classrooms, it’s no wonder that teachers have a growing interest in using YouTube and other online media sharing sites to bring information into their classrooms. Here are 100 YouTube videos that can provide supplementary information for the class, give inspiration, help you keep control of class and even provide a few laughs here and there.
History
These videos can give your students a better insight into historical events.
Science
Make science more fun and interactive by using these videos in class.
Language
Get advice on improving your language class or use these videos as classroom supplements.
Arts
These videos provide great information on art and art education programs for you and your students.
Inspiration
Everyone has a hard day sometimes, and you can remind yourself why you became a teacher by checking out these videos.
Classroom Management
Ensure your classroom stays a happy and organized learning environment with some help from these videos.
How-Tos and Guides
These helpful guides and instructional videos can give you assistance with a variety of classroom issues.
Technology
These videos can help you learn to use technology in the classroom and on your own time more effectively.
Humor
If you need a good laugh, watch these over your lunch hour or after class.
Encontrei este excelente esquema de resumo de um conjunto de instrumentos que a Web 2.0 permite a gestão e utilização a todos nós neste momento e lembrei-me das palavras ouvidas numa conferência...Puzzles have been around for centuries, and – according to the 1989 edition of the Oxford English Dictionary – the term “puzzle” has been with us since the end of 16th century. Sometimes the domain of children, whilst list of some of the older varieties of puzzle, as well as their more common and contemporary counterparts.
Wood
One of the earliest construction materials knows to man, wood has been around forever. Since the earliest shelters were being built, we’ve continuously found alternative ways in which to use it, including the construction and manufacture of many varieties of wooden puzzle.
Paper
After wood came a multitude of paper variations, before finally settling on the smooth and occasionally sharp material we know today. Paper puzzles have been no stranger to us, as it was found that in early 20th century, newspapers could increase their audience – and therefore their sales – if they published some types of puzzle(s), or puzzle contests in along with the paper.
Electric
With the advent of electricity, puzzles have taken ever-different and increasingly varied forms. One of the major products of the electrical age is the computer, so here we have some of the classic puzzle games available on a computer format.
Reality
Alternate Reality Games, or ARGs for short, are games which use the real world as a setting for its multitude of puzzles and adventures. ARGs will likely make use of multiple media platforms in order to tell its story, making for an incredible experience that combines the efforts of many people from nations and cultures all around the world. Often tied into a viral marketing campaign for something else, ARGs are nevertheless gaining in popularity and are an interesting cultural phenomenon to observe.
By Christina Laun
For those working their way towards teaching degree, the excitement that comes along with becoming a teacher can be tempered by the terror of actually having to manage a classroom full of kids. Student teaching, and the first few years of teaching that follow, can be valuable and rewarding experiences, but that doesn’t mean that they won’t be stressful and crazy as well as you get the hang of being in charge of a classroom. Here are some tips, shared experiences of other teachers, advice from the pros, and helpful information that can help make your student teaching experience the best it can be.
General Tips
Here are a few general tips to keep in mind when you start student teaching.
Blogs
Read the insights of both experienced and first year teachers in these blogs.
Guides and Tools
These guides, tools and resource lists can give you a little help in pulling it all together when you’re teaching.
Lesson Plans
Coming up with lesson plan ideas can sometimes be a challenge. Use these sites for inspiration.
Classroom Management
Not everyone has an easy time keeping their classrooms running smoothly, but you can get some advice from these sites.
Forums
Chat with others in your situation and those who are more experienced in these forums.
Advice from Others
Get a little advice from those who have gone before you from these sites.
Professional Organizations
As a student teacher you’ll soon be entering the world of professional teaching. See what these professional organizations have to offer.
Resume and Interview Help
One purpose of student teaching is to prepare you to get a job upon graduation. These resources can help make that process a little easier.
Books
Read up on teaching with these great resources.
Segundo a edição online do New York Times de 20 de Agosto, algumas Universidades Americanas estão a oferecer iPhones e iPods aos seus caloiros. Segundo a notícia, entre algumas das razões apontadas para esta oferta está a possibilidade de saber onde os estudantes se reunem, o envio de mensagens relativas a aulas canceladas, autocarros atrasados, crises no campus, pesquisas online durante as aulas, sondagens instantâneas aos estudantes ou apenas para facilitar o acesso ao menu da cafeteria. Outra razão, não menos importante, tem a ver com a imagem do iPhone e do iPod junto dos estudantes e que poderia ajudar estas Universidades e cultivarem a reputação de tecnologicamente avançadas.
Se por um lado a iniciativa é acolhida de braços abertos pelo alunos, por outro lado, é também encarada com algumas reticências por alguns docentes. Aos receios de alguns docentes que a introdução destes dispositivos façam aumentar as distrações na sala de aula, alguns alunos reconhecem que poderão ser tentados a "sacar" dos seus dispositivos nas aulas mais "chatas", mas que a concorrência com estes dispositivos poderá também levar os professores a esforçarem-se mais por tornar as aulas mais interessantes.
O artigo refere que os especialistas denotam um movimento no sentido da utilização das tecnologias móveis na educação que está ainda na sua infância, mas que certamente alimentará o debate sobre o papel da tecnologia na educação superior.
O outro aspecto que também não é devidamente aprofundado no artigo é a forma como será medido o sucesso/insucesso desta iniciativa.
O artigo aborda ainda algumas aplicações educativas que alguns professores estão a desenvolver.
Interessante também é o debate que a notícia está a gerar entre os leitores no New York Times.
Sempre que você trabalhar com projetos relacionados com educação a distância, saiba que o uso dos objetos de aprendizagem será considerado como o auge em organização e criação de conteúdos, para meios eletrônicos de aprendizagem. Caso você não lembre, esses objetos são partes segmentadas dos cursos, que funcionam de maneira independente, que podem ser reaproveitadas dentro de vários cursos, compostas pelas mais diversas mídias, desde textos até vídeos. O grande desafio em elaborar objetos de aprendizagem é que o designer instrucional envolvido no projeto dos cursos precisa de amplo suporte de especialistas no assunto abordado, para identificar os potenciais objetos de aprendizagem.
Nesse final de semana mesmo, estava trabalhando no design de alguns cursos para o meu ambiente de educação a distância próprio, em que ofereço alguns cursos direcionados para a área de computação gráfica, quando comecei a analisar os projetos dos cursos. Em determinado momento, estava analisando alguns trechos de aulas e pensando já em futuros cursos, quando vislumbrava de imediato determinadas partes do curso, inseridas em futuras iniciativas. Naquele momento consegui identificar um objeto de aprendizagem em potencial, ao longo da tarde em que fiquei trabalhando no projeto, identifiquei mais 3 partes do curso que tem potencial para se transformar em objetos de aprendizagem.
Agora, a dúvida que fica é a seguinte; será que eu conseguiria identificar esse objeto de aprendizagem sem o conhecimento do assunto do curso, assim como de cursos futuros? Acredito que não.
Portanto, se você pretende trabalhar com objetos de aprendizagem, aqui vão algumas dicas para poder potencializar a identificação desses objetos, caso você não seja especialista na área do curso:
Com essas dicas fica mais fácil trabalhar com objetos de aprendizagem. Pensei nisso, depois de trabalhar no projeto dos cursos.
Agora que estou trabalhando no projeto de cursos para esse ambiente, que por sinal usa o Moodle estou tendo várias idéias interessantes de como organizar conteúdos. Assim que tiver mais alguma dica, publico aqui no Blog.
Os cursos oferecidos por internet apresentam várias características que podem literalmente estimular ou criar um cenário de desastre, no que refere aos objetivos educacionais. Esse problema é mais evidente em cursos assíncronos, em que alguns sistemas LMS como o próprio Moodle permitem que o aluno tenha controle sobre a seqüência de aprendizagem. Mesmo essa não sendo uma característica única do Moodle, a maioria dos sistemas LMS apresentam seqüências de aprendizagem lineares, com os alunos tendo pouco ou nenhum controle sobre quais partes assistir ou pular dentro do plano de aula.
Nesse tipo de sistema as aulas são passadas como apresentações de slides, em que as pessoas só podem pressionar o botão “próximo” após alguns segundos de consulta ao slide atual, para garantir a consulta ao material. Isso é muito comum em treinamentos corporativos, mas é uma prática que começa a encontrar adeptos em ambientes acadêmicos.
A pergunta que temos que fazer é; qual o melhor método?
A resposta para essa pergunta é difícil, dependendo muito do público alvo e dos objetivos da disciplina. Quem trabalha com educação, sabe que existe uma grande parcela dos alunos que se pudesse, faria apenas as avaliações para tentar “se livrar” da disciplina. Isso tem reflexos nos ambientes virtuais de aprendizagem, com muita gente tentando fazer as atividades, sem consultar e assimilar os conteúdos.
Posso dizer por experiência própria, que o controle dos alunos sobre o aprendizado é bom apenas em níveis mais altos de educação, como cursos de pós-graduação em que a maturidade dos alunos para o processo é muito maior. Mesmo assim ainda é fácil encontrar dentro dos cursos a distância alunos que fazem apenas as atividades e não consultam os conteúdos.
A possibilidade de obrigar os alunos a consultar um determinado conteúdo em ambientes virtuais é tão importante, que está sendo desenvolvido um sistema de pré-requisitos para o Moodle 2.0. Hoje, isso ainda é um recurso que faz falta no Moodle, mas que pode ser contornado com critérios claros de participação para os alunos. Por exemplo, ao começar uma nova disciplina, o tutor a distância pode marcar conversas em chats ou criar atividades que demandem conhecimento do assunto, como a análise de textos ou interpretação de pesquisas. Tudo com base no conteúdo.
Podemos fazer o seguinte sumário dos tipos de controle:
Portanto, é importante conhecer a faixa etária dos alunos que participam dos cursos virtuais e principalmente as limitações do ambiente utilizado. No caso do Moodle, alguns tutores usam como estratégia a disponibilização do conteúdo bem antes das atividades, para que os alunos possam fazer o download do texto e só depois de alguns dias, as atividades ficam disponíveis.
O melhor mesmo é refletir bem sobre isso, para fazer a escolha correta com base na faixa etária dos seus alunos e as ferramentas disponibilizadas aos alunos.
Ao ver o espectáculo de abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim, lembrei-me do documentário “2 Millions Minutes”, realizado por Robert Compton, sobre o modo como os estudantes dos Estados Unidos, da Índia e da China gastam o seu tempo durante o ensino secundário.
Para quem tinha dúvidas sobre o potencial da China, o espectáculo foi uma extraordinária lição com mais de três horas. O exótico, a arte e o extraordinário estiveram sempre presentes. Enquanto via a televisão perguntava-me se, depois dos Jogos, as pessoas continuariam a associar a China às “Lojas dos 300” e à mão-de-obra de baixo custo. Enfim, a um país rural do terceiro mundo onde a maioria da população não tem qualificações nem qualidade de vida.
Para aqueles que ainda têm dúvidas, convém referir alguns dados do documentário, cujo nome resulta do facto do ensino secundário nos Estados Unidos (high school) ter a duração de 4 anos, o que perfaz cerca de 2 milhões de minutos.
Nesse período escolar, o documentário refere que os estudantes chineses dedicam muito mais tempo aos estudos do que os estudantes americanos. Enquanto estes ocupam uma parte substancial com o desporto e desperdiçam parte do tempo, os chineses fazem uma gestão rigorosa do seu tempo. Por outro lado, decresce o número de estudantes americanos que escolhem as áreas das ciências, da matemática e da engenharia ao contrário do que acontece na China. Como resultado, a China produz hoje 8 vezes mais cientistas e engenheiros do que os Estados Unidos, o que está a atrair um crescente número de multinacionais tecnológicas. Esta diferença é ainda mais acentuada quando se constata que 60% dos estudantes que concluem o PHD em engenharia nos Estados Unidos são provenientes de países terceiros, e que muitos deles são chineses que voltam ao seu país.
Sem subterfúgios, o documentário coloca em causa um dogma dos americanos: Os Estados Unidos possuem o melhor sistema de ensino. Compton afirma claramente que tal já não é verdade. Os níveis de sucesso académico dos estudantes americanos estão em declínio há mais de 20 anos, como refere o relatório “A Nation at Risk” (Uma Nação em Risco), sem que os Estados Unidos tenham conseguido inverter a situação. Talvez, se o desempenho dos americanos nos Jogos Olímpicos for tão fraco como é o desempenho académico, provavelmente, haja uma mobilização nacional para resolver a crise do sistema de ensino.
Segundo Compton, o que surpreende é o contraste de valores entre os estudantes americanos e chineses. Enquanto o trabalho ético e a dedicação aos estudos são a bandeira dos estudantes chineses, entre os americanos o desporto assume o papel principal pois a cultura americana valoriza cada vez menos o sucesso académico. Pelo contrário, para as famílias chinesas a prioridade é o sucesso académico e intelectual com o desporto a cumprir o papel secundário de exercício físico e de construção de espírito de equipa. A diferença cultural é gritante. Na China, os pais com filhos no ensino secundário investem em explicadores para acelerar a aprendizagem dos filhos, não para remediar o insucesso nas disciplinas escolares. Os pais chineses não se importam de não ir a um desafio de futebol dos filhos, mas não querem perder as elocuções, os debates sobre ciências e matemática e os torneios de xadrez na escola.
A comparação dos curricula dos estudos (K-12) e das provas de exame dos dois países também é elucidativa, com a China a apresentar níveis de exigência bastante superiores. Acresce que, enquanto os Estados Unidos têm 53 milhões de estudantes (K-12) a China tem 200 milhões e possui 4 vezes mais crianças sobredotadas. Quanto ao ensino superior, em 2006, 1,3 milhões de estudantes concluíram a licenciatura nos Estados Unidos contra 3,3 milhões na China.
Para terminar, um factor decisivo para o sucesso dos negócios num contexto de globalização: a língua. Nos Estados Unidos a língua estrangeira mais falada é o espanhol. Em 2016, a China será o país do mundo com mais pessoas a falar inglês. No entanto, um inquérito aos CEO das grandes empresas revelou que estes consideram que o inglês não será uma língua importante no século XXI, mas sim o mandarim, o hindu, o farsi e o árabe. Por outras palavras, a China estará melhor preparada para agir global.
Definitivamente, o paradigma está a mudar. Apesar de haver ainda muito caminho a percorrer, a China emerge como uma potência com capacidade competitiva para derrotar os Estados Unidos nos Jogos Olímpicos e, também, no desenvolvimento tecnológico e científico. Não será pois de estranhar que, após a maioridade tecnológica patenteada nos Jogos, a “Loja dos 300” passe a vender automóveis e produtos de alta tecnologia “made in China” com a mesma competitividade com que vende actualmente os artigos “inovação zero”.
“Não temos nada a aprender com sistemas de educação de países do terceiro mundo (China)”, Professor da Universidade de Harvard numa entrevista com Robert Compton

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