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Setembro 21, 2007

Olá, 

Há poucas semanas recebi um email sobre o site  http://blackle.com/, que alertava para o facto de se a página do Google possuísse um fundo preto em vez de branco seriam economizados cerca de 750 megawatts/hora por ano. Esta constatação doi noticiada por Mark Ontkush, num artigo onde apresenta o resultado dos seus cálculos sobre a economia que poderia ser feita se a página do Google possuísse um fundo preto em vez de branco.
O email que recebi dizia ainda que em resposta ao post de Mark Ontkush, o Google criou uma versão toda escura do seu search engine chamada Blackle.com, que funciona exactamente igual à versão original mas consome menos energia.

Mas, será isto correcto? É esta a questão que Jack Schofield coloca no seu blog. Ler post

E neste post também ficamos a saber que o Google nada tem a ver com o site  http://blackle.com/: " Incidentally, Blackle is not owned by or otherwise related to Google. As it says on its home page (blackle.com), it just uses Google Custom Search."

Este confronto de notícias contraditórias leva-me a reflectir sobre um dos problemas que em meu entender o mundo da web padece: fote de informação inesgotável, just in time e mundial, sobre tudo e todos, mas que também exige mais atenção, sentido crítico, capacidade de pesquisa, análise e selecção de fontes por parte dos utilizadores. E nós,quando assumimos o nosso papel de formadores, devemos sem dúvida alertar os nossos formandos para estas questões.

Selma 

Palavras-chave: google, google black, informação, Jack Schofield, Mark Ontkush, web 2.0

Escrito por Selma Vedor Fernandes

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