Nos anos que imediatamente se seguiram ao eclodir da bolha das dot-com, a "rede", longe de mostrar sinais de decadência, mostrava-se mais viva do que nunca, com novos sites a surgirem todos os dias e a baterem sucessivos recordes a nível de n.º de utilizadores, nº de visitas...e valor ($$$$$) de mercado. As capas das principais revistas reflectem esta realidade, publicando o sucesso de sites de redes sociais como o Orkut, o LinkedIn, o MySpace, o YouTube e o Facebook. As tecnologias sociais, como os blogs e wikis, alastraram como pólvora. As empresas aderiram criando os seus blogs corporativos para promover produtos. A Wikipedia transformou-se numa wikimania, alastrando-se às mais variadas áreas como o ShopWiki (guia de compras) e o Wikitravel (sobre viagens).
Não tardou a que este movimento fosse objecto de análise e, em 2004, representantes da O'Reilly e da MediaLive decidem realizar uma sessão de “brainstorming” para conceber um congresso sobre Internet. Nasceu assim a
Web 2.0 Conference. Desde então que o termo se autonomizou, para designar um novo conceito de rede suportada por um conjunto de princípios que definem uma
nova forma de experiência online.
Palavras-chave: internet, software social, Tim O'Reilly, web 2.0